Resumo
Um homem venezuelano, Hernán Alberto Gil Flores, foi resgatado com vida após sete dias sob os escombros de um edifício colapsado devido a sismos, graças a uma tecnologia portuguesa que deteta sinais vitais. Equipas internacionais, incluindo especialistas portugueses, utilizaram o equipamento desenvolvido em Portugal para localizar a vítima e planear o resgate delicado. Hernán manteve-se protegido sob a estrutura da sua área de trabalho, comunicando com os socorristas e recebendo água e alimentos. A tecnologia portuguesa, com sensores sensíveis, detetou os sinais vitais de Hernán, destacando-se como exemplo de cooperação internacional e uso de tecnologia avançada em situações de catástrofe, aumentando as hipóteses de sucesso em operações de busca e salvamento.
Um equipamento desenvolvido em Portugal foi determinante para localizar sinais vitais sob os escombros na Venezuela, contribuindo para o resgate com vida de um homem que permaneceu sete dias soterrado.
Um homem venezuelano, identificado como Hernán Alberto Gil Flores, foi resgatado com vida após permanecer sete dias soterrado sob os escombros de um edifício que colapsou na sequência dos fortes sismos que atingiram a Venezuela.
A operação contou com a participação de equipas internacionais, entre elas especialistas portugueses, e com recurso a uma tecnologia desenvolvida em Portugal capaz de detetar batimentos cardíacos através dos escombros.
O equipamento permitiu confirmar a existência de sinais vitais e identificar a localização exata da vítima, tornando possível planear uma operação de resgate extremamente delicada.
A estrutura onde Hernán se encontrava permaneceu instável durante toda a missão, obrigando as equipas a avançarem lentamente para evitar novos desabamentos.
O resgate envolveu mais de uma centena de operacionais provenientes de diversos países, incluindo Portugal, Costa Rica, Chile, México, El Salvador, Estados Unidos e Venezuela.
Os trabalhos prolongaram-se durante vários dias devido ao elevado risco estrutural do edifício e à necessidade de criar túneis e reforços para garantir a segurança da vítima e dos próprios socorristas.
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p id="caption-attachment-1127740" class="wp-caption-text">As equipas de resgate transportam Hernán, que ficou preso durante oito dias sob os escombros de um edifício, esta quinta-feira em Catia La Mar (Venezuela). Foto: EFE | Vídeo: Fernanda Pesce/ AP
Segundo os , Hernán encontrava-se protegido sob a estrutura da sua área de trabalho, o que terá sido determinante para a sua sobrevivência.
Durante os dias em que permaneceu preso, conseguiu manter contacto verbal com os operacionais e recebeu água e alimentos através de pequenas aberturas criadas nos escombros.
A tecnologia portuguesa utilizada nesta missão recorre a sensores de elevada sensibilidade capazes de detetar batimentos cardíacos e outros sinais vitais mesmo quando a vítima não está visível.
Este tipo de sistema é utilizado em operações de busca e salvamento após sismos, explosões e colapsos de edifícios, permitindo reduzir o tempo necessário para localizar sobreviventes e aumentar as probabilidades de sucesso das operações.
O caso de Hernán é já apontado como um dos exemplos mais marcantes da resposta internacional aos sismos que devastaram a Venezuela, demonstrando a importância da cooperação entre equipas de diferentes países e da utilização de tecnologias avançadas em cenários de catástrofe.
Fonte: Pplware






