Resumo
A França rejeitou a exclusão da África do Sul da próxima cimeira do G7 devido a pressões dos EUA, afirmando que a escolha do Quénia foi uma decisão coletiva. A cimeira em junho contará com países convidados como Índia, Brasil, Coreia do Sul e Quénia, visando ampliar o diálogo com economias emergentes. Autoridades sul-africanas indicaram que os EUA poderiam boicotar o encontro se a África do Sul fosse convidada, refletindo a deterioração das relações. A disputa geopolítica crescente em fóruns multilaterais é evidenciada, com a agenda inicial do G7 focada em desequilíbrios económicos globais, mas a escalada do conflito com o Irã ameaça dominar o debate. A tentativa de envolver países africanos e economias emergentes reflete a necessidade de maior inclusão na governação global, num sistema internacional multipolar. A substituição da África do Sul pelo Quénia revela uma disputa mais ampla pela influência no continente africano, com oportunidades e riscos para os países africanos.
Fonte: O Económico






