Resumo
Os Diabos Vermelhos chegam ao Mundial com uma equipa competitiva e perigosa, liderada por Kevin De Bruyne e com destaque para jogadores como Romelu Lukaku, Jeremy Doku e Thibaut Courtois. Sob orientação de Rudi Garcia, procuram renovar o seu modelo de jogo mantendo a competitividade. Por outro lado, o Irão, comandado por Amir Ghalenoei, aposta num modelo pragmático e organizado, destacando-se Mehdi Taremi e Saeid Ezatolhahi. Já o Egito, liderado por Mohamed Salah, procura ultrapassar a fase de grupos com um coletivo em evolução, mas ainda com desafios no equilíbrio defensivo e na criação no meio campo. Mohamed El-Shenawy e Rami Rabia são peças-chave na defesa dos Faraós.
Atingem a sétima presença na competição, afirmando-se como uma das seleções mais fortes do futebol asiático com uma geração experiente e competitiva que ambiciona passar pela primeira vez a fase de grupos. Habitualmente dominante na sua região, têm conseguido manter consistência em fases de qualificação, demonstrando organização defensiva e eficiência ofensiva. Mehdi Taremi é a principal referência da equipa, destacando-se pela capacidade de finalização e movimentação no ataque. O meio campo é marcado por disciplina tática e forte capacidade de recuperação de bola, sendo Saeid Ezatolhahi o reflexo dessas caraterísticas. Sob o comando de Amir Ghalenoei, desde Março de 2023, a seleção aposta num modelo pragmático, baseado em linhas compactas e transições rápidas, partindo do 4231 variam permanentemente o dispositivo tático em função do adversário e capacidade de adaptação do plantel, compensando através da organização coletiva e do espírito competitivo, algumas debilidades para assumir o jogo perante adversários mais capacitados.
Os faraós atingem pela quarta vez a fase final do Mundial, com a ambição ultrapassar pela primeira vez a fase de grupos, dada a invencibilidade na qualificação. Fortemente associados ao talento de Mohamed Salah, a sua principal estrela capaz de decidir jogos em momentos de grande pressão, mas à sua volta, o coletivo tem vindo a evoluir, com jogadores como Omar Marmoush a acrescentar velocidade e capacidade ofensiva. Realçando ainda no sector mais recuado num dispositivo de três centrais o ágil guarda redes Mohamed El-Shenawy e Rami Rabia. No entanto, a equipa ainda enfrenta desafios no equilíbrio coletivo e na consistência defensiva, aspetos que têm condicionado o seu desempenho em grandes torneios, assim como a incapacidade de criação dos médios quando pressionados. Sob a liderança de Hossam Hassan, o melhor marcador da história da seleção, procuram construir uma identidade mais sólida e competitiva, valorizando a experiência dos seus principais jogadores, a partir do 3-5-2 em ambos os processos, reforçando a organização tática.
Alcançaram a terceira presença em Mundiais como a principal representante da Oceânia (com vaga direta) e com o objetivo de mostrar evolução face às duas participações anteriores, onde ficaram em ambas na fase de grupos, apesar de chegar à competição com o pior ranking de todas as quarenta e oito participantes. Habitualmente dominante na sua confederação, a seleção neozelandesa tem tido mais dificuldades quando enfrenta adversários de maior nível competitivo, mas continua a crescer em organização e experiência internacional. Chris Wood permanece como a grande referência ofensiva da equipa, sendo responsável pela maioria das soluções de finalização e pela liderança dentro de campo, apesar de algumas lesões nesta época, destacando ainda no meio campo os equilíbrios e jogo posicional de Marko Stamenic e ligações ao sector ofensivo por parte de Sarpreet Singh. Caraterizamse pela robustez física, jogo direto, fruto da agressividade que colocam nos duelos, incluindo os aéreos, sendo naturalmente fortes nas bolas paradas defensivas e ofensivas. Sob o comando do inglês Darren Bazeley, a equipa aposta numa abordagem pragmática, a partir do 4-2-3-1, procurando ser competitiva defensivamente e eficaz nas poucas oportunidades ofensivas.
Fonte: TVI
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