Resumo
Mais de 1,3 milhões de pessoas foram obrigadas a abandonar as suas casas em Moçambique desde 2017, devido à violência e terrorismo em Cabo Delgado, revelou o ACNUR. Durante as celebrações do Dia Mundial do Refugiado em Pemba, foi enfatizada a importância de garantir condições dignas aos refugiados, requerentes de asilo e deslocados internos, incluindo acesso à educação, saúde e documentação. O ACNUR sublinhou a necessidade de proteger e integrar estas populações para reconstruir as suas vidas, num contexto de desafios humanitários persistentes. O evento contou com a presença de requerentes de asilo, deslocados internos, comunidades locais e autoridades, destacando a solidariedade para com aqueles que foram obrigados a deixar as suas casas devido a conflitos e violência. O ACNUR reiterou a importância de reforçar a proteção e assistência aos deslocados, bem como de criar condições para reconstruir as suas vidas com segurança e dignidade, no âmbito do Dia Mundial do Refugiado, celebrado anualmente a 20 de junho.
Fonte: O País






