InícioRevistaInternacionalHomem detido por atear fogo que destruiu cinco habitações precárias em Lisboa

Homem detido por atear fogo que destruiu cinco habitações precárias em Lisboa

Resumo

Um homem de 41 anos foi detido pela Polícia Judiciária por suspeitas de ter provocado um incêndio que destruiu cinco habitações no bairro das Galinheiras, em Lisboa, no dia 13 de junho. Segundo a PJ, o suspeito usou chama direta por motivos de desavenças familiares e vingança. O fogo ocorreu num terreno íngreme com vegetação e árvores onde estavam as habitações, incluindo a do detido e de familiares, bem como cinco viaturas que acabaram por arder. O incêndio obrigou à evacuação dos moradores, causando explosões e deixando 15 pessoas desalojadas, assistidas pela Proteção Civil de Lisboa e Santa Casa da Misericórdia. O detido será presente a interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.

Um homem com 41 anos foi detido por fortes indícios de ter iniciado um incêndio que destruiu cinco habitações precárias no bairro das Galinheiras, em Lisboa, na tarde de 13 de junho, anunciou este sábado a Polícia Judiciária (PJ).

Num comunicado, a PJ realçou que “o suspeito recorreu a chama direta para atear o incêndio, num contexto de desavenças familiares e com sentimento de vingança”.

O fogo foi ateado num terreno de elevado declive, com vegetação diversa e árvores de grande porte, onde tinham sido construídas as cinco habitações, uma das quais era a do detido e as outras quatro de familiares, acrescentou a polícia.

No terreno encontravam-se também cinco viaturas da família, que acabaram por arder.

Segundo os Bombeiros Sapadores, o alerta para o incêndio foi dado pelas 17:30 de 13 de junho e obrigou à retirada dos moradores do local, onde foram ouvidas diversas explosões.

Segundo a Junta de Freguesia de Santa Clara, na sua página na rede social Facebook, 15 pessoas ficaram desalojadas, tendo sido acompanhadas pela Proteção Civil de Lisboa e pela Santa Casa da Misericórdia.

O detido será presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação, acrescentou a PJ.

 

Fonte: TVI

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