Um sismo de magnitude 7.1 atingiu a ilha de Kyushu, no sul do Japão, levando as autoridades a emitir um alerta de tsunami e avisos de emergência para várias províncias, segundo a Japan Metereological Agency (JMA), citada pela Reuters.
O sismo ocorreu pelas 16:28 (hora local, 8:28 em Lisboa) na cidade de Uki, Na província de Kumamoto, a uma profundidade de pouco mais de 9,6 quilómetros, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Até ao momento, não há relatos confirmados de vítimas ou danos estruturais graves, embora as autoridades ainda estejam a avaliar a situação no local e a monitorizar possíveis réplicas.
Foram também enviados alertas de emergência para sismos para diversas províncias da ilha, incluindo Kumamoto, Nagasaki, Kagoshima, Fukuoka, Saga, Oita e Miyazaki, recomendando que os residentes tomassem precauções.
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p lang="ja">【地震速報】熊本県熊本地方で震度7 津波注意報 気象庁https://t.co/fAoIlTGbTd pic.twitter.com/CrK9DjyYMX
As pessoas nas zonas de alerta foram aconselhadas a procurar abrigo imediatamente, dado o curto intervalo de tempo que normalmente separa um alerta inicial da chegada de tremores fortes, e a continuar a acompanhar os canais oficiais, como a NHK, ou aplicações de alerta de desastres, para obterem novas informações assim que a segurança imediata fosse garantida.
A Autoridade de Regulação Nuclear do Japão informou que não foram encontradas anormalidades em três centrais nucleares próximas.
Na sequência do abalo, foi emitido um alerta de tsunami para ondas que podem atingir até um metro de altura, para as costas do Mar de Ariake e do Mar de Yatsushiro. As autoridades pediram à população que se mantenha afastada do oceano e da orla marítima.
O alerta de tsunami foi, entretanto, cancelado, uma vez que o perigo já passou.
Apesar do alerta emitido no Japão, o Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico dos Estados Unidos (PTWC) informou que o sismo não representa qualquer ameaça de tsunami para o Havai nem para a Samoa Americana.
Kyushu está localizada no Anel de Fogo do Pacífico, uma região sismicamente ativa, e tem um historial de sismos destrutivos, incluindo uma sequência mortal de tremores que atingiu a região de Kumamoto em 2016.
Fonte: TVI



