Em rede social, a agência da ONU informou que está fazendo rastreamentos, apoiando postos de tratamento e fortalecendo a prevenção. A comunidade é parte central dessas ações para impedir que a doença se espalhe.
Prioridade é salvar vidas
Segundo agências de notícias, mais de 3 mil casos de ebola foram notificados e pelo menos 1,4 mil mortes ocorreram em função da disseminação do surto. A OMS informou que a prioridade é proteger as comunidades e salvar vidas.

Monusco tem presença operacional na área para fortalecer as instalações de saúde
Na semana passada, o comandante das Forças de Paz da ONU na República Democrática do Congo, Monusco, visitou o epicentro do surto de ebola, no leste do país africano.
O general brasileiro, Ulisses de Mesquita Gomes, se reuniu com os boinas-azuis da ONU que estão na frente da batalha contra o vírus assistindo os civis e agradeceu em Mongbwalu aos militares do Nepal, que servem na Monusco, a presença operacional na área para fortalecer as instalações de saúde.
Crise de saúde e segurança
Além da crise sanitária com o surto de uma variante, bundibugyo, para qual ainda não se tem vacina, o leste da RD Congo já vivia uma situação de insegurança com troca de fogo entre tropas do governo e integrantes de movimentos rebeldes e grupos armados.
O enfrentamento ao ebola ocorre em parceria com autoridades locais, representantes da sociedade civil e das comunidades, e as forças de segurança da RD Congo.
Fonte: ONU




