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Vários modelos recentes da Citroën estão a ser alvo de uma campanha de recolha (recall) na Europa, após ter sido identificado um defeito que poderá originar fugas de combustível e, em casos extremos, provocar um incêndio.
A campanha abrange veículos produzidos entre 2022 e 2025 e já foi divulgada em Portugal pela Direção-Geral do Consumidor (DGC).
De acordo com a informação publicada pela Direção-Geral do Consumidor, através do , o problema está relacionado com o tubo de alta pressão do combustível, situado entre a bomba de alta pressão e a calha de combustível.
A origem da falha estará em porcas que poderão não ter sido corretamente apertadas durante o processo de fabrico. Esta situação poderá permitir uma fuga de combustível, aumentando significativamente o risco de incêndio.
Por esse motivo, os veículos afetados deixam de cumprir os requisitos europeus de homologação e segurança aplicáveis aos automóveis.
A campanha de recolha está identificada com o código GJ6 e abrange os seguintes modelos da Citroën:
Os veículos abrangidos foram produzidos entre outubro de 2022 e maio de 2025, dependendo do modelo e da versão.
Se possui um dos modelos indicados, deve confirmar se o seu veículo faz parte desta campanha de recolha.
Habitualmente, a Citroën contacta diretamente os proprietários dos veículos afetados para agendar a intervenção. No entanto, caso ainda não tenha recebido qualquer comunicação, é aconselhável contactar um concessionário ou reparador autorizado da marca e indicar o para verificar se o automóvel está abrangido.
Tal como acontece em todas as campanhas oficiais de recolha, a reparação é totalmente gratuita para o proprietário.
Um recall é uma campanha promovida pelo fabricante para corrigir defeitos de fabrico que possam comprometer a segurança dos ocupantes do veículo, de outros utilizadores da estrada ou mesmo causar danos materiais.
Quando um defeito representa um potencial risco para a segurança, como acontece neste caso, é recomendável que os proprietários realizem a intervenção o mais rapidamente possível.
O alerta foi emitido através do Safety Gate, o sistema europeu de alerta rápido para produtos perigosos não alimentares.
Este mecanismo permite que os Estados-Membros da União Europeia partilhem informações sobre produtos que representam riscos para os consumidores, permitindo que fabricantes e autoridades nacionais atuem rapidamente através de campanhas de recolha, retirada de produtos do mercado ou outras medidas de segurança.
Em Portugal, a Direção-Geral do Consumidor é a entidade responsável por receber estas notificações e coordenar o respetivo encaminhamento para as autoridades competentes.
Fonte: Pplware





