André Silva leva um total de 53 internacionalizações pela Seleção A de Portugal... mas não quer ficar por aqui.
Em entrevista à SportTV, o reforço do FC Porto para a temporada de 2026/27 não esconde que continua a ser um «sonho» representar o país ao mais alto nível e destaca o facto de nunca ter trabalhado com Jorge Jesus desde que é jogador.
«Continua a ser um sonho representar a Seleção. Tenho a sensação de que faço parte do espaço e tenho a mesma vontade e o mesmo sonho de representar Portugal nos próximos campeonatos. Sempre foi uma vontade minha e continuará a ser enquanto estiver no meu melhor.»
«Nunca tive oportunidade de trabalhar com ele, mas é um treinador que ganhou nos clubes por onde passou. Acho que é um treinador com carisma e com capacidade de trazer isso ao de cima, pelo menos pelo que vejo de fora», acrescenta.
Questionado sobre uma eventual saída de Diogo Costa neste defeso, André Silva equaciona juntar-se a Francesco Farioli e «fechar» o aeroporto para que a transferência não aconteça. O avançado não esconde a importância do compatriota para o FC Porto e para Portugal.
«Deixou uma imagem espetacular na seleção e também defendeu bem o clube. Ele demonstra a qualidade que tem, é um guarda-redes de nível mundial. Um dos melhores, provavelmente. Estou orgulhoso pelo trabalho que ele fez. Ter tirado um tempo das férias para ir ao Olival cumprimentar-nos demonstrou o rigor e a liderança dele enquanto capitão. Se eu puder ajudar, também vou lá com o mister e ajudo a fechar (o aeroporto). O Diogo esteve muito bem no Mundial, muito acima da média», confessa.
A verdade é que o regresso de André Silva ao FC Porto vem acompanhado de um gesto simbólico, sendo que o jogador optou por utilizar o número 19 na camisola, precisamente o primeiro número escolhido por Diogo Jota.
«É um dos números com que me identifico e com que costumo jogar não estavam disponíveis, mas o 19 acaba por ter simbolismo. Foi a primeira camisola do Diogo Jota», revela.
Fonte: TVI






