Se andas atento, percebeste que, nos últimos anos, os ecrãs tornaram-se cada vez mais altos e estreitos, parecendo autênticos comandos de televisão. Entretanto, quando as marcas nos quiseram dar ecrãs mais largos, meteram-nos obrigatoriamente na rota dos dobráveis, com todos os problemas mecânicos que isso acarreta.
Pois bem, a OPPO parece farta de vincos no ecrã e está a desenvolver um smartphone gigante, super largo, mas totalmente rígido. O que pode fazer sentido, visto o mercado pede cada vez mais algo de diferente, mas ainda assim longe dos formatos dobráveis.
Portanto, as primeiras fugas de informação apontam para que este novo dispositivo da OPPO não seja um dobrável, nem sequer um tablet tradicional com capacidades de chamada.
É mesmo um smartphone convencional de peça única, mas que adota uma proporção de ecrã de 16:10. Isto vai torná-lo muito mais largo e quadrado do que qualquer barra de metal e vidro que tenhas no bolso hoje em dia.
Com esta jogada, a OPPO torna-se a primeira grande marca a apostar neste formato experimental. A grande vantagem aqui é óbvia! Tens o espaço generoso de um dobrável aberto, mas com a durabilidade imbatível de um vidro temperado tradicional.
Sim, os dobráveis estão cada vez melhores. Mas há problemas, especialmente no ecrã que é sempre feito de plástico.

Um ecrã com a proporção de 16:10 é uma autêntica bênção para quem precisa de trabalhar em movimento. Nos telemóveis atuais, tentar fazer multitasking com ecrã dividido resulta em duas janelas minúsculas e ilegíveis onde nem o teclado virtual cabe em condições. Com este formato mais largo da OPPO, vais conseguir correr duas aplicações lado a lado de forma confortável. Isto significa ler documentos sem andar sempre a fazer scroll horizontal e ter uma área de jogo ou de edição de vídeo muito mais interessante.
Como o projeto ainda está numa fase inicial de desenvolvimento, os detalhes do hardware interno ainda são um segredo bem guardado. Mas uma coisa é certa! Ao eliminar a dobradiça complexa e o ecrã flexível, a OPPO consegue cortar drasticamente nos custos de produção. Isto significa que este “gigante” pode chegar ao mercado com um preço muito mais apetecível do que os atuais topos de gama dobráveis.
Achas que faz sentido?
Fonte: Zero Zero






