A taxa de poupança das famílias estabilizou nos 12,3% do rendimento disponível no primeiro trimestre de 2026, divulgou esta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo o INE, o crescimento do Rendimento Disponível Bruto (RDB), conjugado com o aumento de 1,3% da despesa de consumo final (1,4% no trimestre precedente), determinou uma taxa de poupança das famílias de 12,3%.
Por outro lado, a despesa de consumo final aumentou 1,3%, o que representa uma variação inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à do RDB.
Já a capacidade de financiamento das famílias fixou-se em 4,1% do PIB, idêntica ao trimestre anterior e menos 0,3 p.p. face ao trimestre homólogo. Este resultado "refletiu principalmente o aumento em 2,0% da poupança, conjugado com o aumento das transferências de capital líquidas, que mais do que compensou o aumento da Formação Bruta de Capital Fixo", explica o gabinete de estatísticas.
Fonte: TVI






