InícioCulturaTchaka Waka Bantu escreve a Eduardo Mondlane 

Tchaka Waka Bantu escreve a Eduardo Mondlane 

O artista Tchaka Waka Bantu, conhecido pelos seus “xithokozelos” (poemas laudatórios), apresentou ao público, esta semana, o seu novo trabalho. Intitulado “Xawani, carta para Eduardo Mondlane”, a obra audiovisual foi lançada através de plataformas digitais, canais televisivos e radiofónicos.

“Xawani, carta para Eduardo Mondlane” é um xithokozelo que capta, inclusivamente, o actual momento histórico nacional, isto é, uma carta sobre o presente, passado e futuro. Trata-se de “Um suspiro de um país sem voz, mas cheio de gritos”, pode ser ler na nota de imprensa.

O vídeo contempla a presença exclusiva dos fazedores de arte expressiva no campo de artes e cultural nacional.

A obra de Tchaka Waka Bantu é uma mescla de expressões de arte que revelam vários sentimentos imersos no povo moçambicano.

Ao referir-se ao seu novo trabalho, Tchaka explicou que, na verdade, trata-se de uma carta escrita de Moçambique para o seu pai, Eduardo Mondlane, porque o que ele sonhou é diferente do que se vive agora. O artista resolveu escrever a carta com o objectivo de encontrar soluções para os problemas que o país atravessa actualmente. 

 

Sobre Tchaka Waka Bantu

Tchaka Waka Bantu é um multifacetado artista com diversos anos de carreira. sublinhe-se que trata-se de um artista que, também, desdobrava-se em outras manifestações suplementares ao ofício artístico: activista cultural e social, promotor de eventos culturais, curador de eventos, crítico de artes, perfeccionista artístico-cultural e consultor cultural. 

O seu histórico como artista confunde-se, em parte, com o trajecto das artes performativas contemporâneas nos bairros periféricos da cidade de Maputo.

Tchaka participou da produção de um dos álbuns da cantora educadora cultural moçambicana, Lenna Bahule, colaborou nos arranjos e composição musical em temas da cantora Tchakaze.

A sua complexidade artística fê-lo atravessar as fronteiras das artes literárias e a estrear-se no cinema através da produtora e realizadora austríaca Ella raidel no documentário “Slam Poetry e Noites de Maputo”.

Como dizedor de poesia, em Xitsonga, fez brilhar o seu talento em diversos palcos, nos quais se celebra a cultura ao nível da cidade.

Em 2019, pelo seu empenho nas artes, é convidado a participar da formação de talentos criativos pela UNICEF.

 

Fonte: O País

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