A garantia foi dada hoje, na cidade de Tete, pelo responsável pela Pecuária na DPAP, Cláudio Gule, esclarecendo que a base do estudo da Galamukani foi qualitativa, havendo necessidade de colaboração para se aferir a veracidade dos factos e serem tomadas medidas.
“Se fosse um estudo com base em variáveis quantitativas, teríamos estatísticas, por exemplo, bem como análises de laboratório e fica prático tomarmos medidas. Foi um trabalho feito com um determinado objectivo e chegou às suas conclusões. Agora temos de trabalhar com a organização, a fim de termos acesso às recomendações e abrirmos uma nova linha de investigação, como cientistas, mais profunda e técnica no campo veterinário, porque este estudo não foi técnico-veterinário”, explicou.
Recomendou à população que seja mais cautelosa neste momento, consumindo frangos comercializados em locais seguros.

Fonte: Jornal Noticias






