Resumo
O Moçambola 2026 começa este sábado, 2 de maio, em Maxixe, Inhambane, com o jogo entre Vilankulo e Ferroviário de Lichinga. O regresso da competição nacional é aguardado com expectativa, com destaque para o clássico entre Maxaquene e Costa do Sol, em Maputo. O Maxaquene volta ao Moçambola após seis anos, reavivando rivalidades históricas. A jornada de abertura inclui jogos em várias regiões, como o duelo entre União Desportiva do Songo e Chingale de Tete, em Tete, e confrontos entre equipas da mesma região, como Ferroviário de Nampula e Ferroviário de Nacala. A diversidade de confrontos marca o início da competição, com equipas a apresentarem diferenças na dimensão dos planteis, como o Ferroviário de Maputo com 23 jogadores e Ferroviário de Nampula e Vilankulo com 32 atletas cada.
O Moçambola 2026, 49.ª edição do principal campeonato de futebol sénior em Moçambique, arranca esta sábado, 2 de maio, na cidade da Maxixe, província de Inhambane, as 15 horas, com o jogo inaugural entre a Associação Desportiva de Vilankulo e o Ferroviário de Lichinga.
A abertura oficial da prova assinala o regresso da principal competição futebolística nacional, num contexto em que as equipas procuram afirmar-se desde cedo numa época que se antevê competitiva e exigente. Logo na jornada inaugural, porém, as atenções do público estendem-se para além do jogo de abertura.
Na Cidade de Maputo, no dia 4, na mesma hora, no Campo do Black Bulls, o destaque recai sobre o clássico entre Maxaquene e Costa do Sol, um dos encontros mais emblemáticos do futebol moçambicano. O duelo ganha ainda maior simbolismo pelo regresso do Maxaquene ao Moçambola, seis anos após a sua última participação no escalão máximo, o que reacende uma rivalidade histórica entre dois clubes com forte ligação às bancadas da capital.
A jornada de arranque distribui-se por vários pontos do país, confirmando o carácter nacional da competição. Em Tete, no Campo Municipal 25 de setembro, domingo, o campeão em título, União Desportiva do Songo, inicia a defesa do troféu fora de portas, diante do Chingale de Tete, as 15 horas, num desafio tradicionalmente exigente para qualquer visitante. Na capital, no mesmo dia, o Ferroviário de Maputo enfrenta o Black Bulls no Campo de Afrin, enquanto o Ferroviário de Nampula mede forças com o Ferroviário de Nacala, no Estádio 25 de Junho de Nampula, num duelo entre formações da mesma região.
Na zona norte, as 15horas, Baía de Pemba recebe o AD Pemba, completando uma jornada inaugural marcada pelo equilíbrio e pela diversidade de confrontos.
Do ponto de vista da preparação das equipas, nota-se já alguma diferença na dimensão dos planteis. O Ferroviário de Maputo apresenta, para já, o grupo mais reduzido, com 23 jogadores inscritos, enquanto formações como o Ferroviário de Nampula e a Associação Desportiva de Vilankulo surgem com maior profundidade, ao apresentarem 32 atletas cada nesta fase inicial da época.






