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PROCURA-SE ENTENDIMENTO FAVORÁVEL COM A LAM

Resumo

O presidente da LMF, Alberto Simango Júnior, está a negociar com a LAM para definir a data de início do Moçambola-2026. A LMF procura um acordo com a companhia aérea para emitir passagens sem exigir pagamento antecipado, pois nem sempre os fundos estão disponíveis no momento da cobrança, o que impediu jogos no passado. Simango Júnior salienta a importância da confiança nos parceiros que pagam diretamente à LAM, defendendo que as passagens sejam emitidas com base nesses acordos para garantir que sejam pagas. A LMF não tem sempre disponíveis os fundos semanais necessários para as equipas viajarem, mas conta com a colaboração dos parceiros para assegurar as deslocações.

O presidente da LMF, Alberto Simango Júnior, disse que, chegado a acordo com a FMF para a cadência de direitos de organização do Moçambola, a indicação com precisão da data do arranque do campeonato fica  a depender do entendimento que se terá com as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), companhia aérea de bandeira que transporta as caravanas que tomam parte na competição.

Falando ontem em contacto com o nosso Jornal, para pronunciar-se com precisão dos próximos passos que a LMF está a dar visando o arranque do Moçambola-2026, Simango Júnior disse que a entidade que dirige está, agora, focada em chegar a um acordo com a LAM.

De acordo com a fonte, para além da questão de uma revisão em baixa do preço de bilhete que foi aplicado em 2025, a LMF espera que a LAM abra uma excepção e não cumpra com a imperiosidade de cobrar em antecipado para emitir as passagens aéreas, uma vez que, muitas vezes, tal facto nem sempre tem uma cobertura financeira em tempo real.

- Estamos a discutir que se reveja essa questão. Em 2025 tivemos situações em que para se emitir passagens exigia-se o pagamento, mas este, dependendo dos nossos parceiros, não estava disponível no exacto momento em que era cobrado. Depois, quando o valor era disponibilizado já não se podia jogar. Portanto, queremos que a LAM confie nos nossos parceiros, que até pagam directamente a ela e, quanto à LAM, emite as passagens. Não queremos começar a parar logo a seguir – disse Simango Júnior.

- Nem sempre teremos disponíveis 5.000.000,00 MT (cinco milhões de meticais) semanalmente para as nossas equipas viajarem, mas, com base nos acordos que temos com os nossos parceiros, queremos que a LAM entenda isso e emita as passagens porque serão sempre pagas como, aliás, aconteceu em 2025. Agora, condicionar desde logo a emissão de passagens a dinheiro à vista é crítico, porque, como temos dito, o pagamento é muitas vezes feito pelos nossos parceiros que, sendo de confiança, merecem esta primazia por parte do provedor dos serviços de transporte aéreo – vincou o presidente da LMF.

Fonte: Jornaldesafio

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