Resumo
O secretário-geral do SIRP, Vítor Sereno, desafia o poder político a abrir um processo de revisão constitucional para permitir às "secretas" aceder aos metadados de suspeitos de terrorismo, cibercrime ou criminalidade organizada, visando combater ameaças digitais. Sereno pressiona para uma discussão séria sobre o tema, destacando a importância dos metadados na localização de utilizadores e rastreamento de contactos. A atual proibição de acesso compromete a atividade operacional dos serviços de informações, conforme relatório do conselho de fiscalização das "secretas".
Num artigo de opinião publicado no Expresso, Sereno pressiona o poder político, apelando a uma “discussão séria” sobre um tema relevante sobretudo com a explosão do crime que utiliza a internet e os telemóveis como ferramentas: “Está em causa permitir que o Estado português tenha meios adequados para enfrentar ameaças que já vivem inteiramente no ambiente digital", diz o responsável.
Os metadados permitem a localização de utilizadores e o rastreamento de contactos, não o acesso às conversas.
A atual proibição de acesso aos dados móveis de telemóveis "compromete" atividade operacional dos serviços de informações, assegura relatório do conselho de fiscalização das "secretas", citado pelo jornal.
Fonte: TVI
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