Resumo
O Estrela da Amadora vai recorrer para o Tribunal da Relação da decisão que recusou homologar o Plano Especial de Revitalização, alegando que o tribunal não interpretou corretamente o regime jurídico aplicável. O clube e a SAD defendem que o PER é um instrumento legal para a recuperação de empresas viáveis, sublinhando que a decisão dos credores foi expressiva, com mais de 99% dos votantes a favor. Apesar do recurso, a SAD garante ter tomado medidas para esclarecer questões legais e desmente rumores sobre a sua situação financeira, assegurando cumprir todos os requisitos para o licenciamento desportivo e comprometendo-se a agir com transparência e respeito pelas instituições.
Em comunicado, o clube e a SAD defendem que o PER é um instrumento legal destinado à recuperação de empresas viáveis através de um acordo entre devedor e credores, sustentando que, nesta fase, cabe ao tribunal apenas verificar a legalidade do processo, sem substituir a vontade dos credores ou reavaliar o mérito das soluções aprovadas.
O E. Amadora defende que o plano foi aprovado por uma «maioria absolutamente expressiva», com mais de 99 por cento dos credores votantes e mais de 60 por cento do valor dos créditos, sustentando que essa decisão «demonstra de forma inequívoca a confiança dos credores na solução apresentada e na viabilidade do Estrela da Amadora».
Apesar do recurso, a SAD revela que já promoveu «as diligências necessárias para responder às questões identificadas na decisão», eliminando «qualquer dúvida» sobre a conformidade legal do plano.
O Estrela da Amadora aproveita ainda para desmentir informações que têm circulado sobre a sua situação financeira, esclarecendo «de forma categórica» que «cumpre os pressupostos legalmente exigidos para o licenciamento desportivo» e que continuará a agir «com transparência, responsabilidade e absoluto respeito pelas instituições».
Fonte: CNN Portugal






