Por: Lurdes Almeida
Os expositores intensificam a montagem e organização dos seus stands, preparando os espaços para a abertura da 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM), que arranca esta segunda-feira, 31 de Agosto, em Ricatla, distrito de Marracuene, província de Maputo.
Sob o lema “Transformação Digital e Energética Rumo a uma Economia Sustentável”, o certame reúne empresas nacionais e estrangeiras com o objectivo de estimular negócios, investimentos, exportações e novas parcerias empresariais.
A edição deste ano conta com 3.150 expositores, dos quais 2.500 nacionais e 650 estrangeiros, provenientes de cerca de 30 países. O evento reúne as 11 províncias do país e dispõe de espaços dedicados a sectores como agricultura e pescas, indústria, exportações, comunicações e transformação digital.
O Brasil participa como País de Honra, enquanto o Niassa assume o estatuto de Província de Honra. Ao longo dos sete dias da feira, a organização prevê receber cerca de 55 mil visitantes.
A dimensão da feira também pode ser medida pelo número de negócios gerados nas edições anteriores. Em 2025, foram assinados 811 acordos de negócios e investimentos, contra 729 em 2024, um crescimento de cerca de 11,2%.
Mais do que uma montra de produtos e serviços, a FACIM procura afirmar-se como uma plataforma de promoção empresarial, permitindo aos expositores estabelecer contactos, criar parcerias, conquistar novos clientes e procurar mercados para os seus produtos.
O desafio desta edição será, contudo, transformar a dimensão alcançada em resultados concretos. Para além do número de expositores e visitantes, o impacto da FACIM deverá ser medido pela capacidade de gerar contratos, investimentos, exportações e parcerias que permaneçam para além dos sete dias do certame.







