Antes de regressar à competição em Portugal, João Pinheiro fez o rescaldo de 2025/26, época na qual arbitrou nas competições domésticas e europeias, além do Mundial 2026 (Suíça-Bósnia, Canadá-África do Sul e Argentina-Suíça). Ao Canal 11, o árbitro de 38 anos abordou o cumprir de vários sonhos.
«Esperava uma competição exigente, algo extraordinário, mas é algo que nos deixa sem palavras. O primeiro jogo foi o mais difícil. O espírito corporativista que tivemos ao longo do Mundial – entre 52 árbitros – foi impressionante.»
«Todos os dias de manhã, às 9 horas, estávamos no centro de treinos de Miami para treinar, aproveitando o máximo de ar fresco. Às 11 horas fazíamos uma sessão formativa, às vezes à tarde também. Com o começo da competição, o principal foco passou para ver os jogos», referiu.
O português dirigiu o Argentina-Suíça dos “quartos”, o terceiro e último jogo na prova.
«Nunca irei esquecer. Foram três jogos exigentes, com situações complicadas de gerir. Não foram jogos fáceis, mas saí satisfeito. Este Mundial teve várias novidades, como o “erro de identidade”. Estas alterações foram muito positivas.»
«Messi? Os capitães falam mais um bocado. O que se passou com o Messi é algo que acontece naturalmente. Não temos de exibir cartões por tudo e por nada.»
Quanto ao futuro, João Pinheiro apontou ao próximo Europeu.
«Quem é competitivo quer sempre mais. Há um Europeu daqui a dois anos e queremos estar presentes. Mas se agora pensarmos que somos os melhores, a queda poderá ser mais fácil», terminou.
Fonte: TVI




