Resumo
A FIFA obrigou o Haiti a alterar o equipamento para o Mundial 2026 devido a mensagens políticas na camisola, proibidas pela entidade. A empresa responsável pelo fabrico confirmou a situação, explicando que a FIFA considerou certos elementos visuais ambíguos e exigiu mudanças. O equipamento visava homenagear o Haiti, sem conotações políticas, mas será ajustado. A mensagem política inicialmente incluída estaria relacionada com a luta pela independência do país no século XIX. O Haiti, com jogadores como Vizela, Leverton Pierre e Yassin Fortuné, regressa ao Mundial após 52 anos, integrando o Grupo C com Brasil, Marrocos e Escócia. A estreia será contra a Escócia em 14 de junho, no Gillette Stadium, em Foxborough.
A informação foi confirmada pela empresa responsável pelo fabrico dos equipamentos. Em comunicado, ela explica que «durante o processo de revisão, a FIFA determinou que certos elementos visuais poderiam ser interpretados de forma diferente e, ao abrigo do seu regulamento dos equipamentos, exigiu alterações ao design».
A empresa acrescenta que o equipamento «pretendia ser um tributo aos homens e às mulheres que contribuem todos os dias para o futuro do Haiti e não tem quaisquer conotações políticas», mas garante ter respeitado a decisão da FIFA, estando já a trabalhar numa alternativa.
Apesar de nenhuma das partes ter especificado qual a mensagem política presente no primeiro esboço da camisola do Haiti, ela estará relacionada com as batalhas pela independência do país no início do século XIX.
O Haiti, com os jogadores do Vizela, Leverton Pierre e Yassin Fortuné, na comitiva, regressa à fase final de um Campeonato Mundo de futebol 52 anos depois da sua primeira participação, em 1974, na Alemanha.
A nação caribenha integra o Grupo C juntamente com Brasil, Marrocos e Escócia, com quem se estreia na prova na madrugada de 14 de junho (02h00), no Gillette Stadium, em Foxborough.
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Fonte: TVI






