André Villas-Boas, presidente do FC Porto, foi condecorado esta quarta-feira pela Câmara Municipal do Porto. Após o evento, o dirigente prestou declarações aos jornalistas, abordando alguns dos temas da atualidade.
No que toca a Diogo Costa, que tem sido associado a uma possível saída, Villas-Boas garantiu que ainda não recebeu nenhuma proposta. «Não recebemos nenhuma proposta nem nenhuma aproximação, portanto as coisas estão tranquilas. Quando um talento destes está à disposição do FC Porto para nós é ainda melhor. Foi claramente o melhor guarda-redes do Mundial e é por isso que estamos agradecidos que fique no FC Porto», referiu.
Ainda dentro do mercado, o líder portista falou de Samu. O avançado espanhol, recorde-se, está lesionado desde a reta final da última temporada. O ponta-de-lança está previsto para regressar em novembro. Villas-Boas admitiu, por isso, a necessidade de ir ao mercado caso a recuperação de Samu se prolongue.
O dirigente comentou também a situação atual da arbitragem. Com a recente saída de Duarte Gomes do cargo de diretor técnico e entrada da João Ferreira, André Villas-Boas afirmou que Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, deveria pronunciar-se.
«Para mim o processo não está terminado. Todos aguardamos as declarações públicas de Luciano Gonçalves. Convinha o presidente da federação tomar uma decisão pública sobre o caso, principalmente quando se vangloriou a arbitragem portuguesa pela simples nomeação de um árbitro português para o Mundial 2026», atirou.
O antigo treinador deixou ainda elogios para a contratação de Jorge Jesus como novo Selecionador Nacional, que traz uma mudança «radical mas necessária».
«Em termos de escolha, agrada-me. É uma pessoa que merece toda a nossa distinção. É um verdadeiro treinador de futebol e motivador de homens com sucesso provado em diferentes campeonatos. Parece-me o topo da carreira dele. Satisfeito com a escolha e espero que a mesma se traduza em títulos para a Seleção», concluiu.
Fonte: CNN Portugal




