InícioTecnologiaNunca se venderam tão poucas consolas. Porque será?

Nunca se venderam tão poucas consolas. Porque será?

Resumo

O mercado de consolas de videojogos enfrenta aumentos de preços significativos devido à subida dos custos de produção, levando a uma queda acentuada nas vendas da PS5 e Xbox. A Sony e a Microsoft justificam os aumentos de preços com a escalada dos custos de memória, mas os consumidores sentem-se prejudicados. Rumores apontam para novos aumentos de preços nos próximos meses, o que poderá dificultar ainda mais o acesso dos consumidores a estes produtos. A incerteza sobre o futuro dos preços e a pressão sobre os consumidores levanta questões sobre o rumo do mercado de consolas.

O mercado nunca foi tão grande, mas, quando o mercado começa a apertar, as fabricantes preferem sentar-se em cima de margens de lucro gordas em vez de proteger o consumidor. O consumidor já não consegue aguentar este tipo de modelo de negócio.

Ou seja, há uns meses, a Sony e a Microsoft decidiram carregar forte e feio nos preços das suas consolas com a desculpa do “RAMpocalypse”. O resultado prático? Uma valente chapada na cara dada pelos próprios consumidores.

As consolas não se vendem. Mas, vamos ser muito honestos, a Sony e Microsoft sabem que vão acabar por vender. Basta GTA 6 ser oficialmente lançado.

Para termos noção do descalabro, a subida de preços de março fez com que as vendas da PS5 caíssem uns impressionantes 58% em termos de unidades face ao ano passado. Na Xbox, a quebra de unidades vendidas foi de 12%, mas a realidade é que as consolas da Microsoft já não vendem grande coisa. Ainda assim, o pior ainda está para chegar.

Os analistas afirmam que a memória vai aumentar 40% dentro de alguns meses, e depois outros 30% até ao final do ano.

É por isso que os rumores indicam que a Microsoft se prepara para aplicar um terceiro aumento de preço já em agosto, empurrando os valores das Series X e S para patamares nunca antes vistos. Além disso, não é certo que a Sony não volte a aumentar 50€ até ao final do ano.

A memória vai continuar a encarecer, e como tal, os preços dos produtos finais vai ter de acompanhar. É um completo absurdo, que o consumidor não quer, nem consegue, acompanhar. O que levanta a questão… E agora?

 

Fonte: Zero Zero

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