Jonas, antigo avançado do Benfica, foi o convidado especial do CNN Mais Transferências. O ex-internacional brasileiro analisou a situação atual dos encarnados. Falou do jogo desta quinta-feira, que pode ditar a eliminação da Liga Europa, da escolha de Marco Silva como treinador e das opções na frente de ataque.
Agora com 42 anos, o antigo ponta-de-lança admitiu que é difícil analisar a forma recente das águias - isto por ser uma fase muito inicial da época. «É difícil ter uma análise mais ampla porque o Marco Silva acabou de chegar. Temos de ter um pouco mais de paciência. Mas hoje, o Benfica, a jogar em casa, tem tudo para fazer um jogo melhor do que na Suíça», começou por referir.
O Benfica perdeu na 1.ª mão (2-1) frente ao St. Gallen. Corre, agora, o risco de ser eliminado da Liga Europa - sendo «despromovido» para a qualificação da Liga Conferência. Uma derrota nesta quinta-feira não seria «desastrosa», como conta Jonas.
«Desastroso não pelo facto de o Marco Silva ter acabado de chegar. Não sei se já deu um mês desde que chegou. Mas o Benfica tem condições, sim, de passar esta eliminatória e chegar à fase de Liga», atirou.
Quanto à escolha de Marco Silva como novo treinador, Jonas mostrou-se agradado com a mesma. Salientando o currículo do treinador português, o ex-avançado acredita que o técnico poderá devolver a glória ao Benfica.
«Como benfiquista gostei da opção de contratá-lo (Marco Silva). Esteve muito tempo na Premier League e à frente de uma equipa que fazia bons jogos. Agora, à frente do Benfica, que vai exigir vencer campeonatos, a pressão é totalmente diferente. Ele tem condições de fazer um Benfica forte para voltarmos a vencer e a ver a força do Benfica no cenário nacional e lá fora também», salientou.
O Benfica tem, habitualmente, jogando apenas com um ponta-de-lança - Pavlidis, que mereceu elogios de Jonas. Na altura em que o brasileiro jogava na Luz, o Benfica atuava com dois avançados - uma tática que Jonas não tem dúvidas de que facilitaria o jogo encarnado.
«Sou a favor também (de o Benfica jogar com dois avançados). Sempre pensei nisso. Quando joguei aí sempre foi com mais um avançado que me ajudava muito. É uma equipa que vai jogar muito no ataque e dois avançados facilita. Sem dúvida, dois avançados dificultam mais o setor defensivo adversário. Seria esse o caminho se eu fosse treinador», concluiu.
Fonte: TVI






