A unidade, localizada no bairro 7 de Abril, foi encerrada na sequência de denúncias sobre alegadas irregularidades. Durante a operação, as autoridades constataram que a produção decorria em condições precárias de higiene, com ingredientes mal conservados e recurso a água turva, situação que, segundo o SERNIC, representa um risco para a saúde pública.
Apesar de funcionar de forma clandestina, o energético já era comercializado em diversos pontos do País.
Os proprietários da fábrica, dois cidadãos de nacionalidades ruandesa e congolesa, alegam que a empresa se encontrava na fase final do processo de legalização e que a produção decorria apenas em regime de testes. Sustentam ainda que o projecto visava criar oportunidades de emprego, sobretudo para jovens e mulheres.
Entretanto, o SERNIC informou que decorrem diligências para retirar o energético do mercado, por considerar que o seu consumo pode colocar em risco a saúde dos consumidores.
As investigações prosseguem para o esclarecimento do caso e eventual responsabilização dos envolvidos, enquanto as autoridades apelam à observância das normas sanitárias e dos procedimentos legais para o exercício de actividades de produção alimentar.
Fonte: O País







