Resumo
A seleção norte-americana de futebol entra no Mundial de 2026 com ambições renovadas, contando com jogadores como Christian Pulisic, Weston McKennie e Giovanni Reyna para ultrapassar os oitavos de final. Sob o comando de Mauricio Pochettino, procuram um estilo de jogo mais dominante, ainda em fase de consolidação. Por outro lado, a Austrália, conhecida pela sua organização coletiva e espírito de sacrifício, mantém-se como uma equipa consistente da Confederação Asiática, com destaque para jogadores como Mathew Ryan e Awer Mabil. Já o Paraguai, tradicionalmente reconhecido pela solidez defensiva, conta com Gustavo Goómez e Miguel Almirón para liderar a equipa, demonstrando uma identidade clara e organização em campo. Todas estas seleções procuram destacar-se no Mundial e alcançar o sucesso desportivo.
Os socceroos mantém-se como uma das seleções mais consistentes da Confederação Asiática e chega ao Mundial de 2026 determinada a prolongar a tradição de competitividade na sexta presença consecutiva nos palcos desta competição. Construíram a sua reputação através da organização coletiva, espírito de sacrifício e capacidade para superar adversidades, qualidades que voltaram a ser evidentes durante a qualificação, com apenas uma derrota (na receção ao Barém) em dezasseis jogos. Embora não possuam o talento individual de algumas das principais seleções mundiais, os australianos apresentam um grupo equilibrado e habituado a competir em contextos exigentes. O guarda-redes Mathew Ryan continua a ser uma figura de enorme influência, enquanto Jackson Irvine e Awer Mabil (que jogou no Paços de Ferreira) oferecem experiência e qualidade nos setores intermédio e ofensivo, onde emerge o rápido e imprevisivel extremo Nestory Irankunda. Sob a liderança de Tony Popovic, desde 2024, aposta numa estrutura sólida, privilegiando a disciplina tática e a eficácia nas transições rápidas, a partir do 3-4-3 que transita para 5-4-1 defensivo, num bloco maioritariamente compacto.
Depois de vários anos afastado dos grandes palcos internacionais, regressam ao Mundial com a intenção de recuperar o estatuto competitivo que o caracterizou durante boa parte da sua história, passando a fase de grupos em quatro das últimas cinco presenças. Tradicionalmente reconhecida pela solidez defensiva e pelo espírito combativo e agressivo nos duelos, a seleção paraguaia conseguiu construir uma campanha de qualificação consistente, demonstrando uma identidade clara e uma forte capacidade de organização, com o central Gustavo Goómez a comandar o setor mais recuado, num 4-4-2 em ambos os processos. Miguel Almirón continua a ser a principal figura da equipa, oferecendo criatividade, velocidade e capacidade de desequilíbrio no último terço. Ao seu lado, jogadores como Julio Enciso representam a nova geração que procura conduzir o futebol paraguaio a uma nova fase de crescimento. Sob o comando do experiente argentino Gustavo Alfaro, apostam numa abordagem pragmática, valorizando o equilíbrio entre os setores e a intensidade competitiva, com debilidades ao nível da criação e concretização das oportunidades de golos que criam em pouca quantidade.
Apoiados numa das gerações mais promissoras da sua história recente chegam ao terceiro Mundial, sendo que na última presença há vinte e quatro anos atingiram o terceiro lugar. A seleção turca atravessa um período de renovação muito interessante, sustentado pelo aparecimento de jovens talentos que já brilham nos principais campeonatos europeus. Arda Güler é o principal símbolo desta nova geração, destacando-se pela criatividade, visão de jogo e capacidade técnica, juntando-se nomes como Hakan Çalhanoğlu, líder experiente do meio-campo, e Kenan Yıldız que consegue aliar talento à força e capacidade para desequilibrar a partir de qualquer corredor no último terço, num plantel vasto onde constam Karem Akturkoglu e Orkun Kokçu. A equipa caracteriza-se pela qualidade ofensiva, capacidade de circulação de bola e talento individual, embora por vezes revele alguma irregularidade defensiva. Sob a orientação do italiano Vincenzo Montella, desde 2023, a partir do 4-2-3-1, procurarão encontrar maior estabilidade competitiva e transformar o potencial do seu plantel em resultados concretos, apesar da falta de uma referência no centro do ataque.
Fonte: TVI
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