Resumo
Os restos mortais do jornalista e assessor de imprensa do gabinete do Primeiro-ministro, José Sixpence, foram enterrados em Maputo, numa cerimónia de alto nível. A primeira-ministra elogiou as qualidades de Sixpence como servidor público exemplar, destacando que "o assessor não dorme, só descansa". O Presidente do Conselho de Administração da Sociedade do Notícias, Júlio Manjate, referiu que a despedida de Sixpence representa uma perda na história do país. As cerimónias fúnebres contaram com a presença de antigos primeiros-ministros de Moçambique, como Carlos Agostinho do Rosário e Adriano Maleiane, e outros governantes.
Maputo, 10 Jun (AIM) – Os restos mortais do jornalista e assessor de imprensa do gabinete do Primeiro-ministro, José Sixpence, falecido sábado último, foram esta quarta-feira a enterrar, cerimónia testemunhada ao mais alto nível.
A primeira-ministra destacou as qualidades de Sixpence como responsável do que eram as suas atribuições.
“Ele foi um servidor público por excelência. Aprendemos com ele que o assessor não dorme, só descansa”, afirmou.
Por sua vez, o colega do malogrado Sixpence, e Presidente do Conselho de Administração da Sociedade do Notícias, Júlio Manjate, disse, por ocasião da cerimónia fúnebre, que “estamos a nos despedir de parte da nossa história.’
As cerimónias, ambas separadas, contaram com a participação dos antigos primeiros-ministros do governo de Moçambique, nomeadamente Carlos Agostinho do Rosário, e Adriano Maleiane, entre outros governantes.
(AIM)
mz
Fonte: aimnews
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