InícioRevistaInternacionalMundial 2026: Tunísia-Países Baixos, 1-3 (crónica)

Mundial 2026: Tunísia-Países Baixos, 1-3 (crónica)

Resumo

Os Países Baixos venceram a Tunísia por 3-1, garantindo o primeiro lugar no Grupo F do Mundial 2026. A equipa neerlandesa dominou desde o início, com golos de autogolo de Skhiri, Brian Brobbey e Van Hecke. A Tunísia marcou através de Hazem Mastouri. Com esta vitória, os Países Baixos avançam para os 16 avos de final, enquanto a Tunísia se despede do torneio com três derrotas. Dumfries foi uma peça-chave no jogo, destacando-se pela sua atuação versátil. Houve um atraso no início do segundo tempo devido a um jogador tunisino que saiu tarde do balneário.

A comprovação de uns e o adeus de outros. Foi isto que este jogo nos trouxe. Os Países Baixos, já depois da goleada frente à Suécia, provaram que a máquina está, de facto, bem oleada. Já a Tunísia entrou em campo sabendo que seria o encontro de despedida do Mundial 2026.

De um lado uma equipa que já tinha garantido uma vaga nos 16 avos, nem que seja entre os melhores terceiros, do outro uma seleção já eliminada da próxima fase. Jogava-se, portanto, por um lugar melhor no grupo e... por orgulho.

RECORDE O FILME DO JOGO. 

Em Kansas City, Estados Unidos, a maquineta laranja provou estar bem oleada – dando continuidade à goleada na segunda jornada. Por esse motivo, cedo na partida abriu o marcador – para contrariedade da seleção africana.

Ronald Koeman repetiu a receita da goleada frente à Suécia – Dumfries do lado direito a criar pânico às defesas contrárias através de cruzamentos rasteiros. O primeiro que fez… deu golo. Autogolo, na verdade.

Skhiri, experiente médio do Frankfurt, tentou cortar a bola, mas acabou por desviar para a própria baliza, abrindo o marcador cedo na partida.

Pouco depois foi a vez do homem do momento voltar a estar nos holofotes. Brian Brobbey, que marcou dois golos frente à Suécia, voltou a fazer o gosto ao pé, desta vez servido por Van Dijk.

Num livre cobrado por Reijnders, o defesa do Liverpool surgiu ao segundo poste para desviar de cabeça. Eis que surgiu o avançado do Sunderland para encostar para o segundo golo neerlandês.

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p lang="pt">Países Baixos entraram a todo o gás 💨

Dois golos nos primeiros 7’ vão resolvendo o jogo para os neerlandeses 🇳🇱#sporttvportugal #MUNDIALnaSPORTTV #MundialFIFA2026 #Tunísia #PaísesBaixos #betano pic.twitter.com/xXiWHYRehR

Após uma entrada fulminante, os Países Baixos mantiveram-se reis e senhores do jogo, pelo menos no que toca à posse de bola. Do outro lado, a Tunísia, apesar de conseguir mostrar um futebol de qualidade a espaços, ia tendo dificuldades em conseguir visar a baliza contrária.

Foi, na verdade, preciso esperar pelo segundo tempo para ver a Tunísia a criar efetivamente perigo. Tanto é que a seleção africana conseguiu reduzir a desvantagem ainda antes da hora de jogo.

Na sequência de um canto cobrado do lado direito, Hazem Mastouri, ponta-de-lança de 29 anos, surgiu solto de marcação e executou um cabeceamento perfeito para relançar a partida.

Os Países Baixos levaram a peito e quiseram, assim, responder na mesma moeda. Também num canto, este cobrado do lado esquerdo, Van Hecke surgiu ao primeiro poste para desviar para o terceiro da equipa laranja.

Com o jogo praticamente decidido, Koeman aproveitou para substituir as peças chaves. Até final, o resultado não sofreu mais alterações.

A Tunísia despede-se assim do Mundial 2026 com três derrotas em três jogos - com dois golos marcados e 12 sofridos. Já a armada laranja encantou e convenceu.

Fase de grupos «despachada», é agora hora de focar nos 16 avos. Com o primeiro lugar do grupo F confirmado, os Países Baixos medirão forças com Marrocos, segundo do C, na fase a eliminar. 

Jogador que ao que tudo indica será do Real Madrid, de José Mourinho, voltou a estar em destaque do lado laranja. O lateral, além de obrigar ao autogolo inicial, esteve sempre bastante ativo no jogo. Com liberdade posicional, Dumfies surgiu muitas vezes em corredor central e até em zonas de finalização. Foi um autêntico «faz tudo» às ordens de Koeman.

Estava tudo pronto para arrancar o segundo tempo... pelo menos parecia. As equipas estavam já posicionadas para recomeçar o jogo. A árbitra da partida, a mexicana Katia García, até chegou a apitar e o jogo seguiu. Porém, foi preciso repetir o processo. Porquê? Faltava um jogador da Tunísia. Saiu tarde do balneário… sabe-se lá porquê.

 

Fonte: TVI

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