InícioRevistaInternacionalOFICIAL: Ronald Koeman deixa de ser selecionador dos Países Baixos

OFICIAL: Ronald Koeman deixa de ser selecionador dos Países Baixos

Resumo

Ronald Koeman deixou de ser o selecionador dos Países Baixos após a eliminação no Mundial 2026, expressando o seu desapontamento numa mensagem partilhada nas redes sociais. O treinador, de 63 anos, termina assim o seu contrato que se estendia para lá da competição, iniciado em 2023 após o Mundial 2022. Koeman destacou a importância da saúde e do apoio da sua esposa durante este período, agradecendo a todos os envolvidos no seu percurso, desde jogadores e equipa técnica até aos adeptos e à Federação Neerlandesa de Futebol. O antigo treinador do Benfica e do Barcelona mostrou-se grato pela oportunidade de transformar a sua paixão pelo futebol na sua profissão.

Ronald Koeman já não é o selecionador dos Países Baixos, na sequência da eliminação do Mundial 2026, nos 16 avos de final, ante Marrocos, na segunda-feira.

«Na última noite, tomei a decisão de encerrar o meu período como treinador da seleção neerlandesa», referiu Koeman, numa mensagem partilhada esta noite, pela conta oficial da seleção e pela de Koeman, no Instagram.

O antigo treinador do Benfica, de 63 anos, tinha contrato até depois do Mundial 2026 e finda uma ligação que tinha começado em 2023, após o Mundial 2022. Já tinha sido selecionador do seu país em 2018 e 2019, antes de passar pelo comando técnico do Barcelona, onde já tinha sido adjunto e também atleta.

«Dói que o meu período com a “Laranja Mecânica” termine desta forma. Todos nós sonhávamos com um Mundial em que faríamos história. Ninguém está mais dececionado com isto do que eu. Como treinador, carregas essa responsabilidade. Sempre senti isso e sempre sentirei», referiu Koeman, na mesma mensagem, lembrando também a vida fora do futebol.

«Os últimos anos fizeram-me perceber, mais uma vez, que existem coisas mais importantes do que o futebol. O futebol foi minha vida, mas a saúde não tem preço. Quando alguém que amas com todo o coração está a enfrentar uma batalha difícil, a perspetiva muda. Apesar da sua doença [ndr: cancro], a minha esposa, Bartina, apoiou-me todos os dias para que eu concluísse o meu trabalho como selecionador e isso é uma prova de força incrível. Sou-lhe tão grato por isso que nem consigo expressar em palavras», prosseguiu, deixando vários agradecimentos, desde atletas, equipa técnica e Federação Neerlandesa de Futebol (KNVB), clubes anteriores e adeptos.

«Orgulhoso por tudo o que o futebol me proporcionou, pelas pessoas que conheci e pelo facto de ter conseguido transformar a minha maior paixão na minha profissão», concluiu.

 

Fonte: TVI

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