Resumo
Os Estados Unidos venceram a Bósnia sem drama num jogo onde assumiram o controlo desde cedo, garantindo a vitória por 2-0. Apesar da Bósnia tentar surpreender, a defesa compacta dos EUA e a expulsão de Balogun não comprometeram o resultado. Balogun marcou um golo anulado e outro válido, sendo decisivo para a vitória. Com este resultado, os EUA avançam para os "oitavos" onde enfrentarão a Bélgica, perdendo Balogun devido a uma expulsão direta. A Bósnia, apesar de jogar em superioridade numérica na segunda parte, não conseguiu impor-se. Tillman marcou o segundo golo dos EUA, selando o resultado final.
Para este encontro dos “16-avos”, Pochettino apenas manteve McKennie de início, depois da derrota com a Turquia a fechar o Grupo D. Por sua vez, Sergej Barbarez devolveu Muharemovic, Dedic (Benfica) e Gigovic à titularidade.
Recorde o desenrolar desta partida.
A viver a melhor campanha num Mundial, a Bósnia ambicionava provocar uma surpresa. Contudo, Barbarez deu ordens para a defesa compacta prevalecer e os contra-ataques não comprometerem a organização. Por isso, Dzeko e Demirovic foram meros vultos. A única ameaça assinalável surgiu ao minuto 12, quando Alajbegovic cobrou um canto à esquerda e obrigou o guardião Freese a sacudir em cima da linha de golo.
Doravante, os EUA apostaram na construção lateralizada, com particular preferência pelo corredor direito. Ainda assim, os cruzamentos não encontravam correspondência e as decisões eram erráticas.
Numa primeira parte lenta, a defesa bósnia ofereceu a posse ao minuto 32, Balogun recebeu um passe, ajeitou o esférico e marcou. Todavia, a bandeira subiu. Estava em fora de jogo.
Em cima do minuto 45, Tillman errou um passe para a área, mas os defesas bósnios desviaram a bola e deixaram Balogun na cara de Vasilj. Ao desfazer o nulo, o ponta de lança do Mónaco atingiu o terceiro golo neste Mundial.
Antes do intervalo, aos 45+8m, Balogun rematou à barra. Seria o sentenciar da eliminatória, perante uma Bósnia em quebra.
Na etapa complementar, os forasteiros até assumiram a iniciativa ofensiva, mas sem perigo. Entre trocas, Balogun viu o cartão vermelho direto aos 64m, após pisão negligente sobre Muharemovic. Mas nem isso agigantou a Bósnia – pelo contrário.
Se Pulisic marcou em fora de jogo aos 79m, Malik Tillman encerrou a contenda aos 82, capitalizando um livre direto e estreando-se a marcar no Mundial 2026.
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p lang="ht">Tillman de livre direto 🎯#sporttvportugal #MUNDIALnaSPORTTV #MundialFIFA2026 #estadosunidos #betano pic.twitter.com/cz48XAnGAV
O regresso aos triunfos lança os EUA para o duelo com a Bélgica nos “oitavos”, na madrugada de terça-feira (01h) em Seattle. Os norte-americanos atingiram os “quartos” em 2002 e as meias-finais em 1930, perdendo com Alemanha e Argentina, respetivamente.
Mais recentemente, os Estados Unidos saíram de cena nos "oitavos" em 2022 e 2014, caindo perante Países Baixos e Bélgica.
Eficaz, mas infeliz. Depois de agitar a primeira parte e desfazer o nulo em cima do minuto 45, o ponta de lança pisou Muharemovic de forma perigosa – ainda que negligente – vendo o cartão vermelho direto. Este momento não alterou o rumo da eliminatória, mas gerou um problema para os “oitavos”, uma vez que os EUA perderam o goleador e a referência no centro do ataque.
Nesta quinta-feira, Balogun fez quatro remates, viu um golo anulado, atirou à barra e recuperou a posse por uma vez.

Num encontro lento, pouco vistoso e de pólvora seca da Bósnia – numa versão bem mais amedrontada – nem jogar em superioridade numérica serviu para os comandados de Sergej Barbarez se agigantarem. Assim, os Estados Unidos nunca saíram da mó de cima e Tillman confirmou o desfecho previsível.
Fonte: TVI




