Resumo
Ainda há quem adore ter a versão física de um qualquer jogo Mas, a verdade é que a transição para o mercado 100% digital está a avançar a uma velocidade assustadora Ainda assim, a notícia de que a Sony vai deixar de produzir jogos em formato físico a partir de 2028 caiu que nem uma bomba na comunidade Muitos fãs ainda tinham a esperança de que um boicote ou uma revolta em massa na internet fizesse a empresa voltar atrás na decisão Mas, a verdade nua e crua é que os planos já estão trancados a sete chaves, e não há volta a dar Aliás, as fábricas responsáveis pelos jogos físicos já estão a dar a sua vez a outras coisas Mais concretamente, na Áustria, a mítica fábrica da Sony DADC, responsável por imprimir os discos Blu-Ray das vossas caixas da PS5, já começou a ser reconfigurada e adaptada para uma realidade completamente diferente A explicação para esta transformação radical é muito simples e vem diretamente do CEO da DADC O volume de encomendas de discos físicos sofreu uma quebra brutal nos últimos tempos Para terem uma noção, a produção de jogos para a PlayStation representava cerca de 50% de tudo o que saía daquela fábrica No entanto, a perspetiva é que esse número caia para uns míseros 10% até 2028, altura em que a Sony desliga a ficha do formato físico de vez Como nenhuma empresa vive para perder dinheiro, a administração informou os trabalhadores de que a infraestrutura vai mudar de ramo Assim, em vez de prensar apenas Blu-Rays, a fábrica vai passar a produzir lentes micro-óticas, também para o grupo Sony Para que esta transição aconteça, a marca investiu uns impressionantes 30 milhões de euros para equipar a linha de montagem com tecnologia de ponta A boa notícia no meio deste cenário cinzento é que, apesar de ser uma mudança de rumo drástica, a administração garantiu que nenhum posto de trabalho será destruído No fim do dia, é isso que conta O prazo de 2028 não é apenas uma ameaça para assustar o mercado É um plano real, calendarizado e que já está a acontecer no terreno Quando as máquinas que fabricam os próprios discos começam a ser desmontadas e substituídas por outras coisas, torna-se impossível para a Sony ceder à pressão dos jogadores e inverter a marcha Gostemos ou não, a PlayStation 6 vai mesmo nascer num ecossistema onde as caixas de plástico deixam de fazer sentido, e o mercado de segunda mão de jogos físicos caminha a passos largos para a extinção Jogar Apenas no digital O que claro está, também significa que nada é verdadeiramente teu Além disso, o preço não vai baixar Fonte: Zero Zero
Mas, a verdade nua e crua é que os planos já estão trancados a sete chaves, e não há volta a dar.
Aliás, as fábricas responsáveis pelos jogos físicos já estão a dar a sua vez a outras coisas.
Mais concretamente, na Áustria, a mítica fábrica da Sony DADC, responsável por imprimir os discos Blu-Ray das vossas caixas da PS5, já começou a ser reconfigurada e adaptada para uma realidade completamente diferente.
A explicação para esta transformação radical é muito simples e vem diretamente do CEO da DADC. O volume de encomendas de discos físicos sofreu uma quebra brutal nos últimos tempos. Para terem uma noção, a produção de jogos para a PlayStation representava cerca de 50% de tudo o que saía daquela fábrica. No entanto, a perspetiva é que esse número caia para uns míseros 10% até 2028, altura em que a Sony desliga a ficha do formato físico de vez.
Como nenhuma empresa vive para perder dinheiro, a administração informou os trabalhadores de que a infraestrutura vai mudar de ramo. Assim, em vez de prensar apenas Blu-Rays, a fábrica vai passar a produzir lentes micro-óticas, também para o grupo Sony.
Para que esta transição aconteça, a marca investiu uns impressionantes 30 milhões de euros para equipar a linha de montagem com tecnologia de ponta. A boa notícia no meio deste cenário cinzento é que, apesar de ser uma mudança de rumo drástica, a administração garantiu que nenhum posto de trabalho será destruído.
No fim do dia, é isso que conta.
O prazo de 2028 não é apenas uma ameaça para assustar o mercado. É um plano real, calendarizado e que já está a acontecer no terreno.
Quando as máquinas que fabricam os próprios discos começam a ser desmontadas e substituídas por outras coisas, torna-se impossível para a Sony ceder à pressão dos jogadores e inverter a marcha. Gostemos ou não, a PlayStation 6 vai mesmo nascer num ecossistema onde as caixas de plástico deixam de fazer sentido, e o mercado de segunda mão de jogos físicos caminha a passos largos para a extinção.
Jogar? Apenas no digital. O que claro está, também significa que nada é verdadeiramente teu. Além disso, o preço não vai baixar.
Fonte: Zero Zero






