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Fugas revelam baterias do iPhone 18 Pro e Pro Max: Muda o jogo!

Se acompanhas o ecossistema da Apple, sabes perfeitamente que a autonomia da bateria do iPhone é sempre um dos temas que mais dá que falar a cada nova geração. Isto porque, durante muitos anos, a Apple preferiu apostar no design, em vez de apostar em baterias maiores. Por isso, muito boa gente tem na cabeça que o iPhone, especialmente os modelos mais pequenos, não aguentam um dia de uso de uso intenso.

Mas, a realidade é que a Apple não precisa de usar as mesmas baterias do lado Android. Isto porque, como deves saber, a gigante Norte-Americana controla tudo aquilo que entra dentro dos seus aparelhos. É quase tudo proprietário, ou super controlado, o que por sua vez permite uma maior eficiência em tudo e mais alguma coisa. Os smartphones mais recentes da marcam tiram grande partido disso, e ao que tudo indica, o iOS 27 vai melhorar ainda mais a coisa.

Ainda assim, vamos ver um bom aumento de capacidade na próxima geração.

Como tem sido hábito, os dados de certificação dividem-se entre os modelos destinados ao mercado chinês (que ainda trazem gaveta para cartões SIM físicos) e as versões americanas/globais (totalmente focadas em eSIM). A diferença de espaço interno nota-se bem na balança.

Para perceberes o tamanho da evolução, o melhor é colocarmos os números frente a frente com os modelos do ano passado.

Assim, no caso do iPhone 18 Pro, a versão eSIM vai contar com uns impressionantes 4288 mAh (contra os 4252 mAh do iPhone 17 Pro). Já a versão com cartão físico fica-se pelos 4056 mAh.

Mas a verdadeira estrela da companhia é o iPhone 18 Pro Max. A Apple conseguiu espremer o chassis para enfiar uma bateria massiva de 5567 mAh na versão eSIM. Se olharmos para os 5088 mAh do iPhone 17 Pro Max anterior, estamos a falar de um crescimento brutal para os padrões da Apple, que costuma ser muito forreta nestes incrementos. A versão com SIM físico do Pro Max também sobe bem, fixando-se nos 5391 mAh.

Esta diferença de quase 200 mAh entre versões do mesmo exato telemóvel serve para provar aquilo que os engenheiros já diziam… O mecanismo físico de leitura de cartões, por muito pequeno que pareça, rouba um espaço precioso que podia ser usado para dar mais trinta ou quarenta minutos de ecrã ligado ao utilizador.

IMAGEM

Dito tudo isto, convém deitar um bocado de água na fervura. Este aumento generoso na capacidade física das baterias não acontece por pura caridade da Apple. Com o processador A18 Pro a ter de lidar com tarefas locais de Inteligência Artificial cada vez mais pesadas e ecrãs ProMotion com picos de brilho mais exigentes, a marca foi obrigada a subir a fasquia para evitar que os novos topo de gama chegassem ao fim da tarde a pedir tomada.

Ainda assim, ver o modelo Pro Max a aproximar-se da barreira dos 5600 mAh é música para os ouvidos de quem passa o dia fora de casa a trabalhar ou a jogar e não quer andar dependente de powerbanks na mochila.

 

Fonte: Zero Zero

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