Nos últimos meses, muito se tem falado acerca de novos ecrãs dobráveis sem vincos visíveis na sua dobra. A Oppo até já demonstrou que é possível melhorar o “defeito” com o seu Find N6, e ao que tudo indica, a Samsung está agora pronta a revelar a sua mais recente inovação.
Além de tudo isto, temos também a Apple a lançar o seu primeiro smartphone dobrável, o que claro está, ficou sempre subentendido que apenas iria acontecer quando a tecnologia de ecrã conseguisse fazer um bom salto em termos de qualidade e durabilidade.
O problema é… É possível minimizar o vinco que a dobra provoca no painel. Mas, pelo menos por enquanto, é ainda impossível anular por completo a perturbação à superfície. As leis da física continuam a reinar.

Portanto, para tentar resolver (leia-se minimizar) o problema, a Samsung adicionou novas camadas, agora baseadas em titânio, à estrutura que dá vida ao ecrã OLED dobrável que utiliza nos seus próprios produtos, e claro, vende à Apple, Oppo, Honor, etc…
A gigante sul-coreana é a melhor do mundo a desenvolver e produzir ecrãs OLED, e como tal, isto é o melhor que o mercado tem para oferecer.
O problema é, apesar de uma melhoria significativa, o vinco vai continuar a existir. Especialmente à medida que os consumidores usam o aparelho no seu dia a dia. É o que é. Não há milagres.
Apesar do facto de o smartphone dobrável já não ser uma enorme novidade no mercado, a realidade é que o ecrã dobrável não é igual ao que podemos encontrar num smartphone tradicional. Tem de dobrar, e isso significa que tem de ser maleável. Tem de ser menos rígido, ao mesmo tempo que também tem de ser durável.
Os ecrãs dos smartphones dobráveis são de plástico, e não de vidro a sério, apesar de toda a conversa à volta da tecnologia UTG (Ultra Thin Glass). Como tal, e como disse em cima, a lei da física continua a “mandar”.
Fonte: Zero Zero





