MAPUTO, 31 de Agosto de 2026 (AIM) – O Banco de Moçambique tem um novo Governador. Waldemar Fernando de Sousa foi nomeado esta segunda-feira pelo Presidente da República, Daniel Chapo, para dirigir o Banco Central, numa mudança que ocorre após o término do mandato do anterior Governador, Rogério Zandamela.
Felisberto Dinis Navalha foi igualmente nomeado Vice-Governador.
A nomeação de Waldemar Fernando de Sousa foi formalizada através de um Despacho Presidencial, ao abrigo das competências conferidas ao Chefe do Estado pela da Constituição da República.
A mudança na liderança do Banco de Moçambique acontece, assim, com o encerramento do mandato do anterior Governador, abrindo uma nova etapa na condução da política monetária e cambial do país.
À frente do Banco Central, o novo Governador terá entre as suas principais responsabilidades a presidência do Conselho de Administração, a representação da instituição junto do Governo e perante organismos nacionais, estrangeiros e internacionais, bem como a direcção superior das actividades do Banco, nos termos da lei.
A escolha ocorre num momento em que o Banco de Moçambique assume um papel central na estabilidade económica e financeira do país. A instituição é responsável, entre outras funções, pela orientação e controlo das políticas monetária e cambial, pela gestão das disponibilidades externas de Moçambique e pela supervisão das instituições financeiras.
O novo Governador terá, por isso, sob sua responsabilidade uma instituição considerada estratégica para a estabilidade monetária e financeira e para a concretização da estratégia de Independência Económica defendida pelo Governo.
Já Felisberto Dinis Navalha, nomeado Vice-Governador, passa a integrar o Conselho de Administração do Banco de Moçambique e deverá substituir o Governador nas suas faltas ou impedimentos, além de exercer as competências que lhe forem cometidas ou delegadas nos termos da lei.
Waldemar Fernando de Sousa e Felisberto Dinis Navalha tomam posse na terça-feira, 1 de Setembro, às 8h00, numa cerimónia que será dirigida pelo Presidente da República no seu Gabinete.
A entrada do novo Governador marca, desta forma, o início de uma nova liderança no Banco de Moçambique, depois de concluído o mandato do seu antecessor, num sector decisivo para a estabilidade da economia nacional.
O novo timoneiro do banco central, é quando do banco.
(AIM)
Fonte: aimnews






