Segundo Mussa, num mundo saturado de notícias e escândalos, a confiança tornou-se o recurso mais raro, determinante para a preservação da democracia e para a ligação entre jornais e leitores.
O académico frisou que os órgãos de comunicação devem assumir uma posição singular, promovendo equilíbrio entre centros de decisão e províncias, e reforçando a ligação com o público.
“O valor de quem consegue produzir clareza e confiança é incomparável no mundo actual”, disse.
Foto: Féling Capela
Fonte: Jornal Noticias






