Ruben Amorim foi apresentado no Milan na tarde desta quarta-feira. Aos jornalistas – e ao lado do “patrão” Gerry Cardinale – o treinador de 41 anos sublinhou a fé no projeto.
«Em primeiro lugar quero pedir desculpa por não falar italiano, sei que é um dado importante para os adeptos. Respeito a vossa cultura e prometo ser rápido a aprender o idioma. Estou feliz por cá estar. A cidade sente o clube e eu já o comprovei. Não podia estar mais feliz e sinto-me em casa.»
«Estes clubes icónicos apresentam os desafios que desejo. Mesmo que algo negativo aconteça, ficarei feliz porque tentei. Aceitar este desafio é pessoal, porque sigo o Milan desde criança. E como sabem sou adepto do Benfica, então a final da Taça dos Campeões Europeus de 1990 foi difícil para mim e para a minha família.»
«A fé que tinha no Sporting também terei no Milan. Mas talvez com mais de fome de sucesso, até pela aventura no Man United. Acredito em mim, na estrutura e no clube.»
Sobre os treinador mais icónicos do Milan, Amorim foi além de Ancelotti.
«Admiro a forma como Arrigo Sacchi fazia a equipa atacar e pressionar. Tenho memória do Milan de Fabio Capello. No passado, a chave não foi só o ataque, mas a equipa. É o fator mais importante.»
«No campeonato, para terminar na liderança, precisamos de ser a melhor equipa. E o primeiro objetivo é dominar em Itália», terminou.
Fora da ribalta desde janeiro, Ruben Amorim assume o comando técnico do Milan, que vai disputar a Liga Europa e não conquista o campeonato desde 2022. A última Taça de Itália foi conquistada em 2002 e a Supertaça em 2024.
Os últimos títulos internacionais remontam a 2007: Champions, Supertaça Europeia e Mundial de Clubes.
Fonte: CNN Portugal






