Se costumas acompanhar o ecossistema da Apple, sabes perfeitamente que o atual iPhone Air divide imenso as opiniões. Por um lado, o design ultrafino é uma autêntica obra de arte visual, e que de facto parece transportar o utilizador para um outro patamar. Mas, por outro, a marca de Cupertino obrigou os utilizadores a engolir sapos demasiado grandes.
Lançar um smartphone premium com uma bateria minúscula, apenas uma câmara na traseira e um preço puxado foi uma escolha muito criticada. No entanto, as últimas fugas de informação revelam que a Apple percebeu o erro e está a preparar uma resposta à altura com o futuro iPhone Air 2.

Portanto, o cenário atual mostra-nos um iPhone Air agarrado a uma célula muito curta de 3150mAh. Para a nova versão, os planos da Apple passam por esticar a capacidade para os 3500mAh. À partida, um ganho de 350mAh pode não parecer uma revolução por aí além, mas há aqui um truque importante na jogada.
Afinal de contas, o coração deste dispositivo será o futuro processador da série A20, construído num processo inovador de 2nm. Com a eficiência energética brutal que este silício promete trazer, este pequeno balão de oxigénio na bateria deverá traduzir-se numa autonomia prática muito superior àquilo que os números sugerem.
Além disso, o iOS 27 também vai melhorar a performance e eficiência energética. O que claro está, tudo junto, pode transformar o iPhone Air 2 num smartphone… Que dura (finalmente) todo o dia.
Dito tudo isto, as novidades não se ficam pelo tanque de combustível. A mesma fonte aponta para a inclusão de um ecrã de 6,55 polegadas com taxa de atualização de 120Hz e, finalmente, um sistema de dupla câmara na traseira. Agora composto por um sensor principal de 48MP e uma lente grande angular. O Face ID em 3D continua presente na frente para garantir a segurança habitual.

Outro pormenor muito curioso avançado pelos analistas é que o iPhone Air 2 poderá reinar completamente isolado no mercado como o único flagship ultrafino.
Mas, estas correções eram o mínimo que a Apple tinha de fazer para tornar o conceito do smartphone fino minimamente apelativo para o dia a dia.
Agora resta saber se a coisa ainda tem pernas para andar… Ou não.
Fonte: Zero Zero






