InícioRevistaInternacionalBenfica-Académico Viseu, 2-2 (destaques)

Benfica-Académico Viseu, 2-2 (destaques)

Gianluca Prestianni deve ser o jogador com mais azia no plantel do Benfica esta noite. O pequeno argentino fez a melhor exibição de sempre desde que joga em Portugal e, tudo somado, deu empate. Arrancou uma assistência monumental para o primeiro golo de Pavlidis, atirou com estrondo ao poste e marcou ele próprio o segundo golo do Benfica, por sinal, um grande golo. Pelo meio, assinou meia dúzia de lances de tirar a respiração, um deles a fazer lembrar Maradona, defletindo da esquerda para o interior da área onde passou vários adversários em drible antes de ser desarmado. Se o resultado é injusto para alguém, é, sem dúvida, para Prestianni.

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p lang="it">📽️ O golo de Prestianni ⚽#SLBAVFC | #LigaPortugalBetclic pic.twitter.com/SUj0y8DFjL

O Benfica tinha recuperado a vantagem com o tal grande golo de Prestianni e parecia lançado para a vitória, até porque o Académico já não estava a conseguir sair como o tinha conseguido, a espaços, na primeira parte. No entanto, numa arrancada de Robinho, o lateral cruzou com peso e medida para o remate de primeira de André Clóvis e o Académico, contra todas as expetativas, voltava a empatar o jogo. O Benfica ainda tinha tempo para recuperar a vantagem, mas já não conseguiu superar este momento e acabou mesmo por empatar.

Outros destaques: 

Que grande exibição do guarda-redes do Académico. Logo à cabeça destacamos uma estirada a um remate de Prestianni, a pouco mais de três metros, com o brasileiro a revelar uns reflexos impressionantes. Depois mais uma e outra defesa e na ponta final mais meia-dúzia delas. Sofreu dois golos, é verdade, mas evitou uma mão cheia deles. Se não fosse a noite mágica de Prestianni, Ewerton seria mesmo a figura deste jogo.

Bom jogo do turco do Académico. Atuou sobre a zona do meio-campo e teve muito trabalho para travar as investidas de Barreiro, Sudakovc, Pavlidis e todos os que lhe surgiram pela frente, mas destacamos a capacidade para, quando tinha a bola nos pés, conseguir sair a jogar com uma facilidade desconcertante, arriscando muitas vezes no um-para-um para tirar o Académico do sufoco e ganhar uns bons metros no terreno.

A ala direita do Benfica foi a mais dinâmica esta noite e isso deve-se às constantes subidas do lateral dinamarquês que permitia que Rafa Silva procurasse terrenos mais interiores. Não se cansou de subir pelo flanco para, mais à frente, combinar com Rafa, Barreiro e Pavlidis em constantes desequilíbrios na sua área de intervenção. Foi num desses lances que Pavlidis atirou à barra.

Um golo de belo efeito, uma bola na trave e muitos contributos positivos nos movimentos ofensivos do Benfica. Não foi pelo grego que o Benfica empatou esta noite.

 

Fonte: TVI

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