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Cabo Verde vai ser Capital Africana da Cultura em 2028

Resumo

Cabo Verde foi escolhido como a Capital Africana da Cultura em 2028, num projeto promovido por uma associação que reúne 44 entidades do continente. O primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, anunciou que o país será anfitrião deste evento, com um amplo programa de iniciativas para promover o intercâmbio artístico, valorizar o património e impulsionar o desenvolvimento urbano sustentável. O projeto "Capitais Africanas da Cultura", criado em 2018 pela organização Cidades e Governos Locais Unidos de África, pretende afirmar a cultura como pilar do desenvolvimento sustentável, com celebrações da excelência artística, cultural e criativa do continente durante dois anos consecutivos.

Cabo Verde vai ser a Capital Africana da Cultura em 2028, no âmbito de um projecto com o mesmo nome promovido por uma associação que junta 44 entidades do continente, anunciou o Governo cabo-verdiano.

“Cabo Verde será o País anfitrião da Capital Africana da Cultura em 2028”, anunciou o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, na Internet, referindo que o protocolo foi assinado na quarta-feira, em Marrocos, e que o País “será palco de um amplo programa de iniciativas”.

O cartaz, a divulgar, pretende promover “o intercâmbio artístico, valorizar o património e impulsionar o desenvolvimento urbano sustentável, consolidando a cultura como motor de crescimento e afirmação global”, acrescentou.

De acordo com a informação institucional da organização promotora, o programa “Capitais Africanas da Cultura”, dinamizado pela organização Cidades e Governos Locais Unidos de África (UCLG Africa), foi criado em 2018.

A iniciativa nasceu durante a cimeira Africities, em Marraquexe, Marrocos, com o objectivo de afirmar a cultura como “o quarto pilar do desenvolvimento sustentável, a par das dimensões económica, social e ambiental”.

A cidade ou país designado como Capital Africana da Cultura acolhe, durante dois anos consecutivos, “celebrações da excelência artística, cultural e criativa do continente, funcionando igualmente como espaço de reflexão sobre políticas públicas para a cultura, artes e indústrias criativas”.

Fonte: O País


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