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A empresa espacial estatal da China alcançou um marco histórico ao aterrar com sucesso o propulsor de um foguetão orbital Longa Marcha numa plataforma marítima. Este feito coloca a nação asiática no caminho direto para competir com a tecnologia de reaproveitamento da SpaceX.
A Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CASC) que está pronta para rivalizar com a SpaceX ao tentar recuperar e reutilizar os seus propulsores ainda este ano.
No entanto, ao contrário da empresa de Elon Musk, que utiliza pernas de aterragem hidráulicas, o método chinês baseia-se numa rede suspensa numa grande estrutura a bordo de um navio para capturar o veículo.
Esta abordagem exige uma precisão extrema, dependendo de sensores de alta tecnologia e de sistemas de orientação altamente sofisticados.
— Andrew Jones (@AJ_FI)
Atualmente, a SpaceX domina o setor graças à frota de foguetões Falcon 9, que sustenta a rede de satélites Starlink e serve clientes de peso como a NASA.
A capacidade da China de reutilizar os seus lançadores irá reduzir drasticamente os seus custos operacionais, permitindo-lhe oferecer serviços de lançamento muito mais baratos a países aliados.
Devido às restrições de segurança nacional, a China não competirá diretamente no mercado ocidental, mas as suas futuras constelações de satélites poderão desafiar a Starlink em regiões como o Médio Oriente e o Sudeste Asiático.
Enquanto a SpaceX tenta avançar com a gigantesca Starship, cujo próximo teste de voo orbital está iminente, outras empresas norte-americanas correm contra o tempo.
A Blue Origin, de Jeff Bezos, já conseguiu recuperar propulsores, embora tenha sofrido contratempos recentes com uma explosão na plataforma de lançamento.
Outras empresas, como a Rocket Lab e a Stoke Space, também desenvolvem os seus próprios veículos reutilizáveis, o que demonstra que o futuro da exploração espacial dependerá obrigatoriamente da redução de custos operacionais.
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Fonte: Pplware






