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Saturday, February 7, 2026
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Mais 15 pessoas morreram arrastadas pelas águas em Chibuto

Resumo

As cheias na zona de "10 bocas", em Chibuto, província de Gaza, causaram a morte de mais 15 pessoas e afetaram cerca de 55 mil famílias. A ponte Guele-Guele desabou, dificultando o acesso a mantimentos e forçando as famílias a pagar 300 meticais por transporte. O nível das águas, que ultrapassou os 9 metros, começa a baixar, revelando mais vítimas. A destruição da estrada N221 prejudica o acesso a vários distritos, afetando a produção de gado e escolas. Mais de 55 mil famílias estão sitiadas, enfrentando dificuldades para obter comida devido à queda da ponte. No distrito de Guijá, seis pessoas continuam desaparecidas após um naufrágio que causou duas mortes. Os residentes locais questionam a qualidade das obras e a falta de intervenção do governo.

Mais 15 pessoas morreram, devido a fúria das águas das cheias na zona de “10 bocas”, em Chibuto, província de Gaza. A situação é crítica para, pelo menos, 55 mil famílias afectadas, que são forçadas a pagar 300 meticais, de forma a assegurar o transporte de mantimentos, após o desabamento da ponte Guele-Guele, na estrada N221, que liga Chibuto a vários distritos.

O distrito de Chibuto foi um dos mais arrasados pelas cheias de grande magnitude em Gaza. Por lá, o nível das águas, que chegou a superar a barreira de 9 metros de altura, começa a baixar, revelando mais mortes.

“Até agora tenho medo, porque são muitas pessoas que morreram. Pelo menos 15 pessoas”, lamentou Elieta, uma residente de Chaimite. 

Da baixa de Coca-Missava até onde já se pode chegar por terra, pelo menos, num percurso de quase 40 Km, o cenário é catastrófico. A começar pela degradação da estrada N221, que dá acesso a vários distritos de norte da província.

As águas também devastaram toda a produção de gado bovino, além de mergulhar escolas na água. 

Contabilizam-se mais de 55 mil famílias sitiadas em várias aldeias de Chibuto, que se tentam reerguer, mas a queda da ponte Guele-Guele, construída após as cheias de 2013, impõe mais barreiras, principalmente para a compra de comida.

A travessia é assegurada, apenas por privado, chega a custar até 300 meticais, sufocando o bolso já apertado dos residentes locais, que, por estas alturas, questionam a qualidade das obras e ausência do governo.

No distrito de Guijá, seis pessoas continuam desaparecidas na sequência do naufrágio que causou a morte de outras duas pessoas caniçadas.

Fonte: O País

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