InícioNacionalSociedadeMotobomba submersa trava irrigação no ISPG em Gaza

Motobomba submersa trava irrigação no ISPG em Gaza

Resumo

O Instituto Politécnico de Chókwè (ISPG) enfrenta grandes prejuízos após as inundações, com uma motobomba submersa e 12 tanques de peixe destruídos, limitando a produção agrícola e a formação prática dos estudantes. A capacidade produtiva da instituição foi comprometida, com apenas 18 hectares em exploração em vez dos 60 planeados, afetando os cursos de Engenharia Agrícola e Hidráulica. A falta da motobomba levou a intervalos de irrigação mais longos e queda na produtividade. Os danos também afetam a aquacultura, com a necessidade de avaliar os custos de reparação ainda por determinar. Os efeitos das inundações continuam a ser sentidos nas atividades da instituição.

Meses depois das inundações, o Instituto Politécnico de Chókwè (ISPG) continua a contabilizar perdas que vão muito além dos campos alagados. 

Uma motobomba com capacidade para bombear 900 metros cúbicos de água por hora permanece inutilizada após ter ficado submersa, comprometendo a capacidade produtiva da instituição, assim como a formação prática dos estudantes 

Os prejuízos provocados pelas inundações estão a limitar a actividade produtiva na instituição. Os números revelam a dimensão da situação. A instituição projectava explorar 60 hectares nesta campanha agrícola, mas a realidade actual não ultrapassa os 18 hectares. 

É uma queda superior a 70 por cento, num estabelecimento criado precisamente para ensinar produção agrícola através da prática. Sem a motobomba a diesel, utilizada para garantir a rega durante interrupções de energia, os intervalos de irrigação tornaram-se mais longos e, por isso, a  produtividade caiu.

Na aquacultura, o desastre segue a mesma lógica de perdas, pois as enxurradas destruíram 12 tanques de engorda de peixe. O impacto dos danos não se limita à produção agrícola. A redução das áreas em exploração afecta igualmente a componente prática dos cursos ministrados pela instituição, sobretudo nas áreas de Engenharia Agrícola e Hidráulica, onde os campos funcionam como extensão das salas de aula.

Sem uma avaliação financeira concluída, a instituição ainda não sabe quanto será necessário para reparar os danos. Enquanto isso, os efeitos das enxurradas continuam presentes nos campos, nos sistemas de produção e nas actividades de formação.

Fonte: O País

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