As mais altas figuras de Estado de Espanha vão estar, no próximo domingo, no Estádio MetLife, em Nova Iorque, para assistir à final do Mundial 2026, frente à Argentina, com o primeiro-ministro Pedro Sánchez a juntar-se Rei Felipe VI na tribuna onde também vai estar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O governo espanhol confirmou a deslocação de Sánchez aos EUA, depois de inicialmente ter dito que o primeiro-ministro não iria a Nova Iorque por estar já comprometido com uma visita à Argélia.
O palácio da Moncloa, a sede do Governo de Espanha, indicou que o primeiro-ministro viajará, depois, no final do jogo, diretamente para Argel.
Sánchez vai assim juntar-se ao chefe de Estado de Espanha, Felipe VI, e ao resto da família real (a mulher, Letizia, e as duas filhas, Leonor e Sofía), e ao Presidente dos EUA, Donald Trump, com quem tem trocado críticas ao longo do último ano por divergências em relação aos conflitos no Médio Oriente e aos orçamentos da NATO, entre outros temas.
Trump vai assistir à final do campeonato e, no final do decisivo jogo, vai entregar o troféu ao vencedor.
Javier Milei não vai à final por «supertsição»
Do lado argentino, o presidente Javier Milei assumiu-se como «supersticioso» para justificar não sair de Buenos Aires, mantendo o ritual que o acompanha desde o início do Mundial 2026, de assistir aos jogos na residência presidencial de Olivos, ao lado da irmã e secretária-geral da presidência, Karina Milei.
Milei reedita, assim, a opção dos antecessores Alberto Fernández (2019-2023) e Cristina Fernández (2007-2015), que também não assistiram fisicamente às finais dos Mundiais de 2022, no Qatar, e 2014, no Brasil.
Do lado espanhol, em 2010, o atual Rei Felipe VI, então príncipe herdeiro, e Letizia já tinham representado a coroa na final do campeonato do mundo, em Joanesburgo, onde Espanha venceu os Países Baixos naquele que é, até ao momento, o seu único título mundial.
Fonte: TVI






