Se costumas passar pela Leak, sabes perfeitamente que o mercado dos dobráveis anda ao rubro neste ano de 2026. Muito por culpa da Apple, que se prepara para lançar o seu primeiro dispositivo baseado num ecrã OLED dobrável.
De facto, há meses que andamos aqui a discutir o mítico “iPhone Fold” ou “iPhone Ultra”, tentando adivinhar como é que a Apple ia responder à liderança dos dobráveis da Samsung. Mas as últimas fugas de informação deixam um aviso muito sério à navegação! Andámos todos a olhar para a coisa pelo prisma errado.
A gigante de Cupertino pode muito bem ter-nos espetado a todos a maior passagem de modelos dos últimos tempos. Os novos renders de alta precisão que escaparam para a internet mudam por completo a perspetiva sobre o dispositivo.
Afinal de contas, aquilo a que temos chamado de iPhone Ultra não é bem um telefone que dobra… é sim um iPad mini que se fecha ao meio.
Quem deitou a lenha para a fogueira foi o conhecido leaker Jon Prosser no seu canal de YouTube, revelando o que diz serem as imagens tridimensionais mais detalhadas e atualizadas do projeto até à data. E o detalhe que salta imediatamente à vista na tela interna não deixa margem para dúvidas. Aquilo que vemos no ecrã principal assemelha-se muito mais à interface do iPadOS do que propriamente ao iOS tradicional que temos no smartphone. (E ainda bem!)
Se queres apenas um telemóvel premium com ecrã gigante, vais a correr comprar o iPhone 18 Pro Max e a história fica arrumada. A verdadeira razão de existir deste novo Ultra é oferecer a experiência de um tablet no bolso.
Os renders mostram um design incrivelmente fino e um ecrã interno praticamente sem o infame vinco que estraga a concorrência. Se a ideia se confirmar, o dispositivo deverá herdar trunfos pesados do ecossistema dos tablets, como o suporte para a Apple Pencil e o Stage Manager para produtividade em multitasking, tudo integrado no futuro ecossistema do iOS 27.

Dito tudo isto, nem tudo são rosas.
A nível estético, Prosser afirma que a Apple vai jogar pelo seguro e lançar a máquina apenas em duas cores ultra conservadoras. O clássico preto e o branco. Mas o verdadeiro soco no consumidor está, sem grandes surpresas, na fatura final.
O próprio Tim Cook já veio admitir publicamente que os produtos da maçã vão ficar mais caros devido à crise dos semicondutores. Assim, com os rumores a apontarem para que o próprio iPhone 18 Pro sofra um aumento de 100 ou 200 euros este ano, este híbrido de iPhone com iPad mini Ultra vai quebrar com toda a certeza a barreira psicológica dos 2000 euros por cá. Vai muito provavelmente ser mais caro que os rivais diretos. Porque… Bem… Porque pode.
Fonte: Zero Zero






