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"Operação Imergente" ganha novo arguido: presidente da Câmara da Amadora investigado por suspeitas de prevaricação

Resumo

O presidente da Câmara Municipal da Amadora, Vítor Ferreira, foi constituído arguido na "Operação Imergente", tornando-se o oitavo nome conhecido envolvido na investigação. Está a ser investigado por suspeitas de prevaricação relacionadas com a adjudicação de um contrato de 2.200 euros para elaborar o discurso das comemorações do 25 de Abril, atribuído a Duarte Moral, diretor de comunicação do Partido Socialista e também arguido. A TVI tentou obter uma reação de Vítor Ferreira, sem sucesso. A operação investiga um alegado esquema de favorecimento na atribuição de contratos públicos por autarquias e juntas de freguesia, envolvendo crimes como prevaricação, peculato, burla qualificada e fraude fiscal, entre outros.

O presidente da Câmara Municipal da Amadora, Vítor Ferreira, foi constituído arguido no âmbito da "Operação Imergente", tornando-se o oitavo nome conhecido envolvido nesta investigação.

Segundo avançou o Observador, o autarca socialista está a ser investigado por suspeitas do crime de prevaricação relacionado com a adjudicação de um contrato para a elaboração do discurso das comemorações do 25 de Abril.

Em causa está um contrato no valor de 2.200 euros, que terá sido atribuído a Duarte Moral, diretor de comunicação do Partido Socialista e também arguido neste processo.

A TVI (do mesmo grupo da CNN Portugal) contactou Vítor Ferreira para obter uma reação, mas até ao momento não foi possível obter qualquer resposta.

Com a constituição como arguido do presidente da Câmara da Amadora, sobe para oito o número de nomes conhecidos envolvidos na Operação Imergente. Entre os principais suspeitos encontram-se Miguel Coelho, antigo presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa, e Duarte Moral, assessor de imprensa de José Luís Carneiro e sócio de uma das empresas sob investigação.

Da lista fazem ainda parte Rute Reimão, mulher de Duarte Moral, Rui Pedro Nascimento, Sérgio Santos e o cidadão espanhol Emilio Vázquez Blanco, residente em Portugal.

Os investigadores suspeitam da existência de um alegado esquema de favorecimento na atribuição de contratos públicos a partir de autarquias e juntas de freguesia. A investigação incide sobre suspeitas da prática de vários crimes, entre os quais prevaricação, participação económica em negócio, peculato, abuso de poder, burla qualificada, falsificação de documentos e fraude fiscal.

 

Fonte: TVI


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