Resumo
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, lidera o lançamento do ProÁguas, um instrumento estratégico do Governo para o setor de água, saneamento e gestão de recursos hídricos. O ProÁguas destaca a importância da segurança hídrica para a saúde pública, dignidade humana, economia, resiliência climática e coesão territorial do país. A iniciativa pretende atrair investimentos, fortalecer a coordenação institucional e promover soluções sustentáveis para melhorar o acesso da população à água potável e saneamento seguro. O evento ocorre durante o Ano Africano da Água e do Saneamento, alinhando Moçambique com a Agenda 2063 da União Africana e o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 6. Participarão na cerimónia membros do Governo, parceiros de cooperação, setor privado, academia, organizações da sociedade civil e outros intervenientes ligados ao setor.
O Presidente da República, Daniel Chapo, dirige o lançamento da Conferência Nacional de Investimentos de Água e Saneamento 2026–2036 – ProÁguas, instrumento estratégico formulado pelo Governo para o sector de abastecimento de água, saneamento e gestão dos recursos hídricos.
O ProÁguas inscreve a segurança hídrica no centro da agenda governativa, afirmando-a como pilar insubstituível da saúde pública, da dignidade humana, da produtividade económica, da resiliência climática e da coesão territorial de Moçambique.
A iniciativa visa mobilizar investimentos, reforçar a coordenação institucional e impulsionar soluções sustentáveis para ampliar o acesso da população à água potável e ao saneamento seguro, em conformidade com as prioridades nacionais de desenvolvimento.
O lançamento da Conferência ocorre no contexto do Ano Africano da Água e do Saneamento, proclamado pela União Africana para 2026, reforçando o alinhamento de Moçambique com a Agenda 2063 do continente africano e com o Objectivo de Desenvolvimento Sustentável número 6, relativo ao acesso universal à água potável e ao saneamento seguro.
A cerimónia contará com a participação de membros do Governo, parceiros de cooperação, representantes do sector privado, academia, organizações da sociedade civil e demais actores ligados ao sector de água e saneamento.
FONTE: JORNAL NOTÍCIAS
Fonte: RM






