Por: Lurdes Almeida
O Presidente da República, Daniel Chapo, empossou esta terça-feira a nova direcção da Inspecção-Geral das Actividades Económicas (INAE), numa cerimónia marca marca o início de uma nova fase na liderança da instituição responsável pela fiscalização das actividades económicas, reforço da segurança alimentar e defesa dos consumidores.
Para o cargo de Inspectora-Geral da INAE foi nomeada Shaquila Mahomed, magistrada judicial com experiência profissional. A nova responsável terá a missão de liderar a instituição na melhoria dos mecanismos de controlo das actividades económicas e na garantia do cumprimento das normas de segurança alimentar.
Foram, igualmente, empossados Célio Goca e Silvestre Panza como Inspectores-Gerais Adjuntos da INAE. Célio Goca passa a integrar a direcção da instituição com experiência na área da administração pública, enquanto Silvestre Panza assume responsabilidades ligadas à fiscalização financeira.
Durante a tomada de posse, Daniel Chapo destacou a necessidade de uma inspecção económica mais moderna, eficiente e orientada para a salvaguarda da economia nacional, através do reforço do controlo, responsabilização dos infractores e defesa dos interesses dos consumidores. O Chefe do Estado sublinhou que a reestruturação da INAE responde a uma necessidade concreta da sociedade, sobretudo no que diz respeito à segurança alimentar, qualidade dos produtos disponíveis no mercado e protecção dos consumidores.
Por sua vez, a magistrada Shaquila Mahomed garantiu o seu compromisso com o cumprimento das orientações do Presidente da República, assegurando que irá trabalhar para alcançar os objectivos definidos para a sua missão à frente da INAE.
Entre as prioridades da nova direcção está a digitalização dos processos de licenciamento e emissão de documentos, bem como a criação de sistemas de rastreabilidade que permitam maior rapidez, transparência e eficiência na fiscalização das actividades económicas.
A INAE deverá também intensificar o combate à corrupção, reforçar as inspecções em mercados e armazéns, combater o contrabando e travar a comercialização de produtos adulterados ou sem condições adequadas de consumo.
Com a nova liderança, o Governo pretende fortalecer o papel da instituição como um instrumento de defesa da economia nacional, promoção da concorrência justa e garantia da segurança dos consumidores.




