Resumo
A eliminação da Coreia do Sul do Mundial 2026 causou desilusão, gerando conflito entre a federação de futebol e a cúpula política. O presidente Lee Jae Myung criticou a escolha do selecionador Hong Myung-bo, alertou a federação e anunciou investigações, defendendo que a competência deve prevalecer sobre o favoritismo. O presidente pediu uma investigação detalhada sobre a campanha, visando melhorias e reformas na administração desportiva para evitar situações semelhantes no futuro. Hong Myung-bo, com 13 vitórias em 22 jogos desde 2024, não conseguiu levar a equipa sul-coreana aos "16-avos" do Mundial 2026, apesar de uma vitória inicial sobre a Chéquia. A Coreia do Sul, que em 2002 alcançou o quarto lugar no Mundial, despede-se da competição com apenas três pontos, repetindo o desempenho de 2018.
O presidente sul-coreano – eleito há um ano – escreveu uma longa análise.
«Não estou apenas surpreso – estou completamente perplexo. Isto prova que as decisões determinam tudo. Quando o favoritismo é mais valorizados do que a competência, e as pessoas incapazes são escolhidas para liderar, o resultado é previsível.»
«Dado que fundos significativos dos contribuintes e recursos do Estado foram investidos, peço que o Ministério da Cultura, Desporto e Turismo investigue minuciosamente as circunstâncias desta campanha, analise as causas e desenvolva medidas para promover melhorias.»
«Vamos avançar com reformas na administração desportiva para que algo assim nunca mais aconteça», referiu.
O selecionador Hong Myung-bo, de 57 anos, está ao leme desde 2024, com 13 vitórias em 22 jogos. No Mundial 2026, a campanha até começou com um triunfo sobre a Chéquia (2-1), mas as derrotas com México e África do Sul (1-0) impediram a qualificação para os “16-avos”.
Tal como em 2018 – quando ficou pela fase de grupos – a Coreia do Sul sai de cena com três pontos.
A melhor campanha desta seleção remonta a 2002 – no Mundial realizado no Japão e na Coreia do Sul – quando terminaram no quarto lugar.
Fonte: TVI






