Resumo
A Seleção Nacional de Portugal treinou pela última vez em solo português antes de viajar para os Estados Unidos, onde disputará os jogos da fase de grupos do Mundial 2026. O treino contou com a presença do plantel completo, com destaque para a presença do presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença. Dezenas de adeptos, incluindo crianças, assistiram ao treino na Cidade do Futebol, em Oeiras. Antes do treino, foi respeitado um minuto de silêncio em memória de um adepto falecido em Leiria. A equipa parte para os Estados Unidos após ser recebida pelo primeiro-ministro Luís Montenegro, com a chegada a Palm Beach prevista para as 19h15 locais. A estreia de Portugal no Mundial será a 17 de junho contra a República Democrática do Congo.
Por volta das 10h00 a equipa entrou no relvado, sob olhar atento de Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Na Cidade do Futebol, em Oeiras, houve presença especial. Dezenas de adeptos, entre os quais muitas crianças, tiveram a possibilidade de assistir ao treino.
Antes do início do treino foi realizado um minuto de silêncio em memória do adepto que faleceu em Leiria antes do jogo entre Portugal e Nigéria.
A Seleção treinou, portanto, pela última vez em Portugal no dia seguinte ao arranque do Mundial. Na noite desta quinta-feira, o México venceu a África do Sul (2-0) no jogo inaugural e, já na passada madrugada, a Coreia do Sul superiorizou-se à Chéquia (2-1).
No final do treino, Roberto Martínez e um dos capitães irão prestar declarações aos jornalistas. Ainda esta tarde, por volta das 13h10 a Seleção é recebida pelo primeiro-ministro Luís Montenegro.
A partida para os Estados Unidos está marcada para as 15h05, fazendo uma viagem de cerca de oito horas. A chegada a Palm Beach está apontada para as 19h15 locais (00h15 em Lisboa), com os jogadores a seguirem depois para quartel-general da Seleção, estando previstas declarações à chegada.
A estreia no Mundial, recorde-se, está marcada para o dia 17 de junho frente à República Democrática do Congo.
Fonte: CNN Portugal
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