Cristiano Ronaldo, capitão da Seleção Nacional, na zona mista, após a derrota da seleção portuguesa com Espanha (1-0), nos oitavos de final do Mundial 2026:
«Triste por ter saído assim do Mundial, mas como disse ontem na conferência de imprensa, dei tudo. Dei o meu melhor e saio de consciência tranquilo. Isto é futebol. Na vida de futebolista, às vezes ganha-se e às vezes perde-se. Foi o meu último Mundial, sim. Quanto ao resto, terei tempo para pensar, estar com a minha família e não decidir as coisas de cabeça quente.»
«Eu não decido as coisas de cabeça quente, hoje não é o dia para decidir isso. Acho que terei tempo para pensar, para refletir, falar com a minha a família e não desviar a atenção daquilo que foi a prestação de Portugal, com uma situação pessoal de Cristiano.»
«Isso não é importante agora.»
Antes do Cristiano, Portugal não tinha nenhum título
«Como me levantei hoje. Com a consciência tranquila. Dei o meu melhor, ganhei três títulos por Portugal. Antes do Cristiano, Portugal não tinha ganhado nenhum título. O maior título que ganhei na Seleção foi em 2016, que para mim tem a mesma dimensão de um Mundial. Saio de consciência tranquila. Dei o meu melhor. Amanhã será um novo dia e a vida segue.»
«Quero mandar um abraço ao povo da Arábia Saudita, sei que eles estão sempre comigo, são grandes fãs e para continuarem assim, porque o Cristiano não vai abandonar de carreira hoje. Muito obrigado a todos.»
Podíamos ter feito melhor, mas fomos eliminados por uma das equipas que chegará à final ou perto. Foi um jogo bem disputado, podia dar para qualquer um e tivemos azar de sofrer nos últimos minutos. Demos o nosso melhor e, quando assim é, não há nada a apontar.»
«É sempre triste sair de uma grande competição. A equipa estava a crescer, fizemos um bom jogo, podia dar para qualquer um. É o futebol. Temos de nos levantar, continuar o nosso caminho. É frustrante sair assim, mas saio de consciência tranquila.»
«Diria para dar sempre o máximo pelo país, jogar o máximo possível porque quando terminares sairás mais tranquilo. Todos os jogadores têm um sentimento especial ao jogar pela Seleção. 23 anos a representar a Seleção… com muito prazer. É sempre inesquecível jogar pelo teu país. No final do jogo foi emoção, mas também um alívio. Consciência tranquila de que quem dá o seu melhor nada poderá ser apontado.»
Fonte: TVI



