A sessão foi presidida pela Presidente da Comissão de Bens Abatidos, Talita Araújo, Chefe do Departamento de Recursos Humanos e Património, e contou com a presença dos proponentes que submeteram as suas propostas em cartas devidamente fechadas.
Na abertura dos trabalhos, a Comissão apresentou uma breve contextualização sobre o decreto que regula o abate e a venda de bens do Estado, esclarecendo os procedimentos adotados durante o concurso. Em seguida, foi reservado um momento para esclarecimento de dúvidas apresentadas pelos participantes.
Durante o período de esclarecimentos, alguns funcionários públicos manifestaram preocupação quanto ao prazo de 10 dias concedido para a apresentação da documentação exigida, enquanto os demais utentes dispõem de 15 dias, considerando que essa diferença pode representar um tratamento desigual entre os concorrentes.
A venda dos bens abatidos integra as ações do Ministério das Finanças para assegurar uma gestão eficiente e transparente do património do Estado, observando os princípios de legalidade, igualdade de oportunidades e boa administração dos recursos públicos. O processo decorreu de forma pública, garantindo a participação dos concorrentes e o cumprimento dos procedimentos previstos na legislação em vigor.
Fonte: MEF





